Quarta, 03 de junho de 2020

DeAmazônia

MENU
Atualizado em 17/02/2019

Taça Guanabara: Justiça determina portões fechados na final de hoje (17)

Partida entre Vasco e Fluminense será realizada às 17 horas deste domingo, no Maracanã

Taça Guanabara: Justiça determina portões fechados na final de hoje (17) Final será jo Estádio do Maracanã. Foto: reprodução

Ojogo entre Vasco e Fluminense, pela final da Taça Guanabara, marcado para as 17 horas deste domingo (17), será com portões fechados, de acordo com determinação judicial. A juíza Lucia Helena do Passo ainda determinou a devolução dos valores pagos pelos torcedores que já adquiriam ingressos.

 

O motivo se deve ao impasse entre os times pelo direito de alocar seus torcedores no setor sul do estádio.

 

O presidente do Fluminense, Pedro Abad, concedeu entrevista coletiva no final da tarde deste sábado (16), e criticou a postura do rival de São Januário com relação ao assunto.

 

Para o dirigente tricolor, a torcida do Fluminense deveria ocupar o setor sul da arquibancada do Maracanã, atendendo a uma liminar dada na última sexta-feira pelo juiz Sandro Lucio Barbosa Pitassi, da 37ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. O clube das Laranjeiras obteve esta vitória após notificar o Complexo Maracanã para que cumpra o contrato prévio existente entre as partes.

 

 

O problema é que o Vasco, com base no mando de campo ganho por sorteio na Ferj (Federação de Futebol do Estado do Rio de janeiro), começou a vender ingressos para sua torcida também no setor sul. "O Maracanã foi notificado pessoalmente, eu fui lá, o Vasco deu início às vendas e entendemos que o consórcio deveria avisar ao seu cliente. Então fomos à Justiça, que proferiu liminar concedendo o Setor Sul ao Fluminense. Nossos advogados foram a São Januário, onde foram ameaçados. Houve descumprimento expresso e deliberado de ordem judicial", criticou Pedro Abad.

 

As declarações do presidente do Fluminense foram dadas poucas horas depois de uma reunião entre ele, o presidente do Vasco, Alexandre Campello, e representantes da Ferj não ter chegado a um consenso. "O Vasco pode jogar no Maracanã quando quiser, operar o estádio quando quiser, mas o lado Sul, quando o Fluminense estiver em campo, é do Fluminense. Um direito contratual", afirmou. "Coloquei muito claramente as questões ao presidente da Ferj, Rubens Lopes, que confusões estavam sendo causadas pelo Maracanã. O Consórcio tomou partido de um clube com o qual não tem contrato comercial".

 

O mandatário do Vasco bate o pé que a torcida alvinegra ficará no setor sul. "Não houve consenso. Existe a posição da federação, do Bepe (Batalhão Especializado em Policiamento de Eventos), do Vasco e do próprio Maracanã. Embora exista uma decisão liminar, ela não é possível de ser executada. Temos mais de 20 mil ingressos vendidos, absoluta maioria para a torcida do Vasco no setor sul. Não tem como mudar esse curso agora, nem o local da partida", disse Alexandre Campello.

 

O presidente do Fluminense convocou os torcedores tricolores à "guerra", no sentido de lotar o setor norte para apoiar o time. "O Fluminense não concorda em nada com a organização desse jogo. Não abrimos pontos de venda em Laranjeiras. Não concordamos com isso. Mas quero chamar nosso torcedor para a guerra amanhã (domingo). Quero dizer que nossos jogadores estão treinando até 1h30 da tarde, em um sol escaldante, estão se matando de treinar. E temos que ganhar o jogo amanhã. Nós vamos ganhar. Vamos para dentro. O time precisa do torcedor. Eu quero que vocês lotem aquele setor que não é o nosso (norte), que não é ali que é o nosso lugar. Mas o time é mais importante do que essa questão amanhã. Vamos lá para guerrear, para batalhar", completou.

 

Preocupada com toda a polêmica, o tenente-coronel Silvio Luiz, comandante do Bope, chegou a afirmar que usaria um efetivo ainda maior do que o empregado na semifinal entre Flamengo e Fluminense, na última quinta-feira, com especial atenção à área externa do Maracanã. // ESTADÃO CONTEÚDO 

Sobe Catracas

RODRIGO FERNANDES, escritor paraense

Natural de Santarém, venceu concurso da Academia Paraense de Letras e Artes e obra dele ficou em 1º lugar na categoria 'Melhor Livro'

Desce Catracas

ANTÔNIO PEIXOTO, prefeito de Itacoatiara

Deputado denunciou na Aleam que médicos, que atuam na pandemia, estão há três meses sem receber salários