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Atualizado em 13/02/2019

BBB19: Polícia investiga Maycon por apologia a maus-tratos aos animais e zoofilia

Brother também está envolvido em denúncias contra racismo e intolerância religiosa

BBB19: Polícia investiga Maycon por apologia a maus-tratos aos animais e zoofilia Maycon, do BBB19. Foto: Reprodução

Mais um inquérito envolvendo o brother Maycon, do BBB 19, foi aberto nesta terça-feira (12). A 32ª DP de Taquara, no Rio de Janeiro, instaurou uma investigação contra o participante do Big Brother Brasil após denúncias de apologia de maus-tratos contra animais e de zoofilia por conta de declarações polêmicas do participante no reality show. As informações foram confirmadas pela assessoria da Polícia Civil do Rio de Janeiro.

 

egundo o jornal Extra, o ativista dos direitos dos animais Randel Silva fez um boletim de ocorrência contra Maycon na Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) e foi informado de que já havia um inquérito com o mesmo argumento e pedido em curso na Polícia Civil. 

 

Na madrugada desta terça, Maycon, em conversa com Diego, falou sobre suposto caso de zoofilia na adolescência. 

 

Ainda nos primeiros dias do BBB, Maycon também deu detalhes sobre uma "brincadeira de infância", gerando indignação nas redes sociais. O brother contou ao colega Vinícius que, quando era pequeno, tinha o costume de amarrar bombinhas no rabo de um gato e até colar fita adesiva para que o animal andasse em círculo. 

 

A apresentadora Luísa Mell publicou o trecho da revelação e escreveu: "Me ajudem a tirar este idiota?". "Inacreditável! Isso não é coisa de criança, isso é crueldade!", escreveu a ativista na legenda. 

 

Procurada por GaúchaZH, a Globo informou que não foi notificada a respeito deste caso.

Racismo

Na segunda-feira (11), outro inquérito foi instaurado para apurar supostas falas racistas e de intolerância religiosa proferidas por Maycon.  Ao ver Gabriela e Rodrigo dançando juntos em uma festa, o mineiro disse que sentiu um arrepio e sugeriu ter ouvido orientações espirituais para não seguir o exemplo:

 

— Começaram a tocar umas músicas esquisitas. Olhei para os dois e eles estavam em um sincronismo legal. Achei legal, juro por Deus, mas aí, de repente, comecei a olhar e comecei a escutar uns negócios: "Não faça igual a eles". 

 

Rede Globo emitiu uma nota oficial dizendo que repudia qualquer tipo de preconceito. "Qualquer manifestação pessoal, equivocada ou não, feita pelos participantes do programa, não reflete o posicionamento da emissora", declarou a emissora em nota. // JORNAL ZERO HORA

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