DeAmazônia

MENU
Atualizado em 02/02/2019

Braga diz que denúncia de caixa 3 da PGR é 'precipitada' e 'injusta'

Senador divulgou Nota Oficial afirmando que "não solicitou doações em favor de nenhuma candidatura"

Braga diz que denúncia de caixa 3 da PGR é 'precipitada' e 'injusta' Eduardo Braga foi eleito líder do MDB no Senado nesta quinta-feira (31/01) - (Foto: Vagner Carvalho/Divulgação)

DEAMAZÔNIA MANAUS, AM - O senador Eduardo Braga divulgou Nota Oficial, por meio de sua assessoria jurídica, esclarecendo sobre a denúncia de "caixa 3", em que ele foi alvo nesta sexta-feira (1º/02), feita pela procuradora Geral da República Raquel Dodge, no Supremo Tribunal Federal (STF). Conforme afirma o senador em nota, ele “não tem nenhuma responsabilidade sobre prestação de contas da então candidata a prefeita de Manaus, Vanessa Grazziotin ou de qualquer outro candidato no pleito municipal de 2012”.

 

Ainda em nota, Braga diz que a medida da procuradora Raquel Dodge é “precipitada”. “É profundamente injusta [...] não encontra apoio em nenhum elemento de informação constante dos autos do inquérito conduzido pela Polícia Federal.”, afirmou.

 

A ex-senadora Vanessa Grazziotin, também foi denunciada pela PGR pela suspeita do mesmo crime eleitoral.

 

Braga reitera ainda, que “não era candidato na época”, e que “não solicitou doações em favor de nenhuma candidatura ou financiamento eleitoral com nenhuma empresa ou pessoa física”.

 

Segundo a PGR, a prática foi adotada pelo Grupo Odebrecht para esconder doações de campanha, que eram feitas a políticos em nome de outras empresas. A suspeita é de crime eleitoral nas eleições municipais de 2012, quando Grazziotin disputou a Prefeitura de Manaus.

 

A PGR pede ainda o pagamento de indenização por dano moral no valor de R$ 2,350 milhões, mesmo valor doado pela Odebrecht.

VEJA 

 

NOTA OFICIAL

O senador Eduardo Braga não tem nenhuma responsabilidade sobre a prestação de contas da então candidata Vanessa Grazziotin ou de qualquer outro candidato no pleito municipal de 2012. Não era candidato na época. Não solicitou doações em favor de nenhuma candidatura. Não tratou de financiamento eleitoral com nenhuma empresa ou pessoa física. Esses fatos foram devidamente esclarecidos no inquérito policial em que o senador Eduardo Braga foi ouvido como simples testemunha. O inquérito, aliás, nem chegou a ser concluído.

 

Por isso, a medida da Procuradoria-Geral da República (PGR) é precipitada e profundamente injusta no tocante ao senador Eduardo Braga. Além disso, não encontra apoio em nenhum elemento de informação constante dos autos do inquérito conduzido pela Polícia Federal.

 

Assessoria Jurídica

Sobe Catracas

PAULO CARVALHO, procurador de Justiça

Foi nomeado titular da Corregedoria da Procuradoria Geral do Estado (PGE-AM), pelo governador Wilson Lima, para o biênio 2019-2021

Desce Catracas

MANO DADAI, vereador de Santarém (PA)

Justiça condenou ele a perda do mandato e oito anos de prisão, na Operação Perfuga, por associação criminosa e peculato