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Atualizado em 17/01/2019

“Só que me faltava, me convidar para duelar com bandido”, diz Artur Neto

Prefeito de Manaus critica decreto presidencial de posse de armas

“Só que me faltava, me convidar para duelar com bandido”, diz Artur Neto Artur Neto, prefeito Manaus

DEAMAZÔNIA MANAUS, AM - O prefeito de Manaus, Artur Neto (PSDB), criticou o presidente Jair Bolsonaro (PSL), pelo decreto de flexibilização da posse de arma no país. “É só o que me faltava, me convidar para duelar com bandido”, afirmou Artur. A declaração do prefeito foi feita, nesta quarta-feira (16/01), durante evento de revitalização da rua Cecília Meirelles, e da avenida Coronel Teixeira a avenida do Turismo, na Ponta Negra, Zona Oeste, de Manaus.

  

O decreto presidencial que liberou a posse de armas, foi uma das promessas de Bolsonaro. A bancada da bala, que ajudou a eleição do presidente comemorou.

 

“Aquele que chega na tocaia esta na vantagem. A solução para a violência não está em armado todo mundo e transformar o Brasil em Faroeste. Está em política sociais públicas que ocupem as áreas vermelhas com projetos esportivos, educacionais, com projetos lúdicos. Presença de delegacias, lógico”, completa o prefeito de Manaus. Artur foi senador, deputado federal e ministro chefe da Casa Civil, no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso.

 

“Quem tem que tomar conta da segurança é o Estado Brasileiro… É para isso que pago imposto, não tenho que trocar tiro com bandido. Nós temos que investir maciçamente em educação e claro em repressão ao crime”, protestou.    

Sobe Catracas

ALFREDO MENEZES, coronel reformado do Exército

Assumiu a superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), nomeado pelo presidente Bolsonaro

Desce Catracas

DOCA ALBUQUERQUE, prefeito de Terra Santa

Justiça Eleitoral cassou (primeira instância) mandato dele de prefeito por abuso de poder econômico nas Eleições de 2016