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Atualizado em 10/01/2019

Mecanização é alternativa para alavancar o setor primário, diz Sidney Leite

Deputado participou da primeira reunião de 2019 da diretoria da Federação da Agricultura e Pecuária do Amazonas (FAEA)

Mecanização é alternativa para alavancar o setor primário, diz Sidney Leite Deoutado Sidney Leite foi convidade da primeira reunião da FaEA de 2019. Foto: divulgação

DEAMAZÔNIA MANAUS, AM - Defensor do setor primário e autor da PEC 05/17, em que destina 3% da Receita Corrente Líquida do Estado para investimentos fixos na produção rural do Amazonas, o deputado estadual Sidney Leite (PSD) defende que o governo do Estado aplique um quarto dos recursos fixados no orçamento da Secretaria da Produção Rural (Sepror) para a mecanização e o pró-calcário do solo.

 

Conforme Leite, a secretaria terá um orçamento estimado em R$ 390 milhões este ano, e que deveria destinar R$ 70 milhões para a mecanização do solo e R$ 35 milhões de investimentos no programa pró-calcário, iniciativa voltada para a correção do solo para que se tenha mais produtividade. “Com esses investimentos, se consegue dar um salto qualitativo em todas as atividades do setor primário”, frisou o deputado.

 

A sugestão de Leite foi dada nesta terça-feira (8), durante a primeira reunião de 2019 da diretoria da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Amazonas (FAEA), em que participou como convidado.

 

Na ocasião, estava presente o novo secretário da Sepror, Petrúcio Magalhães Júnior, que apresentou um plano de governo para o setor primário focado nos cem dias de gestão, em que o objetivo principal é integrar todo o sistema Sepror (Adaf, Idam e ADS) e proporcionar ações que desenvolvam o setor. Conforme Petrúcio, o setor primário vai ser uma das prioridades da atual gestão para acelerar o desenvolvimento do interior.

 

Ex-secretário da Produção Rural, Sidney Leite sugeriu ainda à nova gestão da pasta que desenvolva uma política de crédito mais próxima ao produtor rural. Segundo ele, há muita dificuldade de acesso à linhas de financiamento no interior por parte de produtores rurais, agricultores e pecuaristas, em geral.

 

Leite pediu, também, que o pagamento da subvenção da juta e malva aos produtores do segmento seja feito diretamente na conta dos beneficiários de forma a acabar com a figura do intermediário, onde, na maioria das vezes acontecem situações irregulares que prejudicam o produtor.

 

O parlamentar destacou ainda o crescimento da pecuária de leite no Amazonas nos municípios de Autazes e Barreirinha e solicitou que o governo tenha uma política para o setor para que se profissionalize.

 

Sidney Leite foi eleito deputado federal pelo Amazonas e no próximo dia 1º de fevereiro toma posse na função, na Câmara dos Deputados, em Brasília, onde já adiantou que vai compor a bancada ruralista, de forma a defender o desenvolvimento da agropecuária do Estado do Amazonas.

 

A reunião da FAEA foi conduzida pelo presidente da entidade, Muni Lourenço e contou com a presença de vários produtores rurais, empresários do ramo, dirigentes de entidades do segmento e executivos de órgãos de fomento, como o Banco da Amazônia e dos deputados estaduais Adjuto Afonso (PDT) e Sinésio Campos (PT).

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