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Atualizado em 24/12/2018

EDITORIAL | Foi surreal o que aconteceu com adolescentes no Clube Caprichoso

Festa e Clube Caprichoso foram interditados com 200 adolescentes consumindo droga e bebida

EDITORIAL | Foi surreal o que aconteceu com adolescentes no Clube Caprichoso Força tarefa encontrou menores no Clube Caprichoso

A sociedade ganha quando a Justiça e o Ministério Público se unem aos demais entes para combater o tráfico de drogas e repor as normas quer regem uma sociedade.

 

A Ação conjunta autorizada pelo juiz da Infância e Juventude de Parintins, Saulo Góes Pinto e por recomendação da promotora de Justiça, Lilian Nara Almeida, com apoio da Prefeitura, Polícias Civis e Militar na fiscalização de bares e casas de shows, neste fim de semana, na Ilha Tupinambarana, deve servir de exemplo a outras Comarcas do Interior do Amazonas.

 

Nesta ação, de sábado (22/12), 200 adolescentes foram encontrados em flagrante no Clube Social Caprichoso, num ambiente regado a bebida alcóolica, drogas e sexo. O evento terceirizado, organizado pelas redes sociais, foi suspenso e o local interditado.

 

Foram encontrados meninos em coma alcóolica, meninas abusadas sexualmente e muita droga correndo solto. Os relatos são de que o ambiente alí era surreal.

 

Sem controle na fronteira do Estado, a droga chegou facilmente às cidades do interior e passou a abastecer festas com público jovem. A força tarefa, em Parintins, monitorou o evento denominado ‘Baile da Gaiola’ e evitou uma mal maior para as famílias.

 

Neste lamentável e triste episódio, a presidência do boi Caprichoso não pode fugir as suas responsabilidades. A direção precisa também monitorar e acompanhar esses eventos particulares, para resguardar o lazer da juventude e preservar qualquer dano à imagem da agremiação que hoje é Patrimônio Cultural Brasileiro.

 

As presenças da Justiça, do MP e Município nestas operações asseguram o pleno cumprimento da Lei, em qualquer circunstância, como por exemplo, no combate a ocupação das ruas por bares obstruindo o direito de ir de vir do cidadão.

 

Aliás, a ‘apropriação da rua’, como bem particular, virou lugar comum no interior do Estado.

 

Ações como essas recomendadas pelo MP e amparadas pela Justiça precisam estar presentes no dia a dia da comunidade, e prementemente, continuar acontecendo para ‘salvar’ a geração de agora, e as futuras.       

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