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Atualizado em 06/12/2018

Depois da Pepsi, Coca-Cola, Ambev e Heineken também podem sair, diz Abir

Presidente da Associação Brasileira de Refrigerantes e Bebidas alerta para desmantelamento da Zona Franca de Manaus

Depois da Pepsi, Coca-Cola, Ambev e Heineken também podem sair, diz Abir Sede da Suframa, em Manaus (Foto: Divulgação)

DEAMAZÔNIA MANAUS, AM - O presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e Bebidas Não Alcoólicas (Abir), Alexandre Jobim, disse a Revista EXAME, nesta quarta-feira (05/12), que a saída da Pepsi Cola pode gerar o desmantelamento do Polo Industrial de Manaus, porque há grandes chances de a Coca-Cola, Ambev e Heineken também deixarem o país. A entidade reúne 60 fabricantes.

 

“A saída da Pepsi é uma sinalização muito ruim. O que pode acontecer é o desmantelamento da Zona Franca de Manaus aos poucos”, afirmou o presidente da Abir.

 

Em junho, deste ano, o governo Temer retirou os incentivos fiscais dos fabricantes de xaropes de refrigerantes.  A alíquota do IPI que incentiva a permanência dos fabricantes que era de 20% foi reduzido para 4%.

 

Porém, muitas companhias do setor, em especial as grandes, produzem esse xarope na Zona Franca de Manaus, com isenção de tributos. Então, os 20% de IPI que seriam cobrados dessas companhias na verdade tornam-se créditos para elas. Na época, houve grande pressão das empresas e circulou noticias que a Coca-Cola ameaçava deixar o país, mas depois a multinacional negou.

 

A mudança do IPI dos refrigerantes ficou assim. Em setembro de 2018, Temer recuou e aumentou a alíquota para 12% com validade para o primeiro semestre de 2019, e novamente cai para 8%, no segundo semestre do ano que vem. Em 2020, o percentual volta a ser 4%.

 

INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTINTO                  

A situação se agravou depois que o presidente eleito, Jair Bolsonaro, , extinguiu o Ministério da Industria e do Comércio Exterior foi extinto e agregado ao super Ministério da Economia, de Paulo Guedes.

 

De acordo com a EXAME, a Associação dos Fabricantes de Refrigerantes do Brasil (Afrebras),  comemora o fechamento da fábrica da Pespi e a possibilidade das grandes empresas do ramo também saírem.

 

“ A saída das grandes companhias da Zona Franca de Manaus é positiva para o mercado, na visão da Afrebras, entidade que representa pequenos produtores de refrigerantes do país”, diz a matéria.

 

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