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Atualizado em 07/09/2018

MILTON CÓRDOVA #Ataque ao Bolsonaro: culpa do Judiciário

MILTON CÓRDOVA #Ataque ao Bolsonaro: culpa do Judiciário

O maior responsável pelo ataque a Bolsonaro (leia-se: atentado contra a Democracia), óbvia consequência do conturbado caos político instalado no Brasil tem nome: Judiciário, em especial STF e TSE. Esses tribunais estão sendo ostensivamente coniventes com o vergonhoso espetáculo circense - na verdade, o caos político - produzido por Lula, Haddad, PT e respectivos advogados, que zombam e debocham da sociedade, ante a falta de quaisquer sanções (que há muito deveriam ter sido impostas por aqueles tribunais).
 
 
 
Aliás, num país sério, aqueles advogados já estariam devidamente processados, punidos, execrados e no limbo. Como trágico exemplo, na calada da noite de 29.05.2018 o TSE omitiu-se (estranhamente) na consulta formulada pelo deputado Marcos Rogério (DEM/RO), acerca da possibilidade de réu em ação penal (por crime cometido no exercício da presidência da República) poder assumir novamente esse posto, caso eleito.
 
 
 
Era a mesma hipótese do deliberado pelo STF do caso Renan Calheiros que, na presidência do Senado, em DEZ/2016, foi impedido de assumir a presidência da República pelo fato de ser réu em ação penal. O TSE poderia ter resolvido a questão naquela oportunidade, mas não o fez, devido à "ação de forças estranhas nos bastidores".
 
 
 
Percebe-se, cabalmente, que o Judiciário brasileiro está em frangalhos e de joelhos ante o condenado Lula, que despacha confortavelmente nas dependências da Polícia Federal, em afronta direta ao art. 73, inc. I da  Lei 9.504/97, impondo-se de uma vez por todas a cassação do registro (ou diploma, se for o caso) à qualquer candidatura do PT à campanha presidencial, nos termos do parágrafo 5º,  sem prejuízo de outras medidas urgentes que se fazem necessárias.
 
 
 
Dentre as inúmeras medidas que se impõe, a primeira é conter a farra de visitas de "advogados" ao condenado Lula, mediante regras comuns impostas a todos os condenados. A segunda é a imposição de sanções aos advogados, face a ostensiva chicana jurídica instalada no país - que nada tem a ver com a farsa da "ampla defesa". 
 
 
 
Da mesma forma, parece-me que o condenado Lula já deveria ter ido para a solitária, face a sua letalidade. Se o Judiciário deseja impor respeito, tem que se dar ao respeito - antes que algo mais grave ocorra.     
 
 
*O autor é advogado e atua em Brasília*

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