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Atualizado em 13/02/2018

CARLOS COSTA #Será que 'bandido bom é bandido morto' mesmo?

CARLOS COSTA #Será que 'bandido bom é bandido morto' mesmo?

Será que bandido bom seria bandido morto ou seria tê-lo recuperado, trabalhando em vez de perambular como um zumbi pelas ruas do Brasil? Será que se os drogaditos ou consumidores de drogas tivessem a opção de escolher entre tratamento para desintoxicação ou a prisão durante sua pena privativa de liberdade, escolheriam continuar drogados?

 

O ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) no mínimo define três anos de perda do convívio familiar! Se esses três anos fossem internados em clínicas especializadas, em tratamento contra a dependência química nos casos dos não protegidos pelo ECA e alcançados pelas Leis Penais e devolvidos à sociedade em condições normais de saúde, não seriam mais produtivos e se poderia quem sabe reduzir o índice de violência nas cadeias do Brasil? 

 

Pelas redes sociais tendo lido também outras frases piores além de "bandido é bandido morto". Como assistente social, observo que em todos os problemas da violência no Brasil envolve a disputa pelo controle de pontos de venda drogas.

 

Será que já não seria a hora e o momento de oferecer opção de um tratamento químico aos dependentes de drogas? Oferecendo-lhes uma PENA SOCIAL, oferecida também em diversos outros países? Não seria o momento de rever o ECA para casos de tráfico de drogas, latrocínio e reincidências, mais uma vez, reduzindo a idade penal para 16 anos e oferecendo essa opção de escolha, como foi aprovada na Câmara Federal, mas sem essa opção!  O Senado, por lobby de Conselhos com o veto. Não seria o momento de se repensar tudo de novo e voltar a insistir na redução da maioridade penal para 16 anos?

 

O índice de violência no Brasil  é sempre pelo controle dos pontos de tráfico de drogas, inclusive nas favelas do RJ, com tiroteios diários.  Então, já não seria a hora e o momento de se mudar todas as leis penais, o ECA, reduzir a maioridade penal para 16 anos? Repensem na proposta senhores "representantes do povo" no Congresso Nacional, tenham todos interesse em aprovar a Reforma da Previdência e também queiram atribuir o elevado índice de violência no Brasil à não reforma do que ainda não precisa ser reformado para reduzir o déficit do Governo!

 

 

Pelo menos os dependentes químicos teriam a opção e poderiam escolher entre o tratamento em clínicas especializadas pagas pelo Governo Federal, ou a pena privativa de liberdade que o Estado lhe aplicaria com todos os "rigores da lei".

 

*O autor é jornalista

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