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Atualizado em 09/01/2018

Bosco Saraiva manda investigar ameaças a vereadores de oposição em Figueiredo

Vereador Jonas Castro denuncia suspeita de fraude em licitações e passou a receber ameaças de pessoas ligadas ao prefeito Romeiro Mendonça

Bosco Saraiva manda investigar ameaças a vereadores de oposição em Figueiredo Vice governador e secretário da SSP mandou policia investigar ameças a vereador

DEAMAZÔNIA MANAUS, AM- O vice-governador e secretário de Segurança Pública, Bosco Saraiva, determinou nesta segunda-feira (08/01) que a Polícia Civil inicie investigações para apurar denúncias de ameaças de morte a vereadores de Presidente Figueiredo (município localizado a 117 quilômetros de Manaus). Parlamentares da bancada da oposição formalizaram as denúncias junto à Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM) e dizem estar sendo alvos de perseguição e ameaças feitas, supostamente, por pessoas ligadas ao prefeito Romeiro Mendonça e ao vice-prefeito Mário Abrahão. 

 

As ameaças seriam represálias por conta da revelação de possíveis irregularidades na locação de um imóvel pela prefeitura. Entre março de 2017 e janeiro deste ano, já teriam sido pagos R$ 275 mil sem que, segundo os vereadores, a prefeitura utilizasse o local. Nesta segunda-feira, Bosco Saraiva recebeu os vereadores para ouvir os relatos sobre o caso. De acordo com o documento encaminhado a SSP-AM, formulado pelo vereador Jonas Castro Ribeiro (PSB), policiais militares ligados ao prefeito e ao vice-prefeito estariam sendo usados para intimidar opositores.

 

“Recebemos denúncias muito graves que atentam contra a segurança pessoal desse grupo de vereadores de Presidente Figueiredo. As providências policiais e de investigação serão tomadas imediatamente”, afirmou Bosco Saraiva.

 

O vereador Jonas Castro Ribeiro afirma que, além das denúncias que eles fizeram de que a prefeitura de Presidente Figueiredo alugou e fez benfeitoria em um imóvel particular, sem utilizá-lo, as ameaças teriam ganhado força com a cassação do prefeito e vice-prefeito em novembro do ano passado. O grupo de parlamentares que estaria sofrendo represálias é formado, ainda, por Anderson Leal (PMDB), Patrícia Lopes (PMDB), Assis Arruda (PSDB) e Inês Sampaio (PSB). O deputado estadual Vicente Lopes (PMDB) acompanhou o grupo na reunião com Bosco Saraiva.

 

“Nós, por sermos oposição, estamos sendo tolhidos. A gente formula algumas denúncias e tem algumas situações que não poderia deixar de formular, com relação ao aluguel de um prédio. E o irmão do proprietário foi a Câmara para dizer que queria colocar os ‘pingos nos is’, comigo. A gente teme que esse tipo de conduta leve a coisas piores”, disse o vereador. 

 

 

O vereador Jonas Castro usou as redes socias para denunciar um empresário, que ele não citou o nome, um assessor deste empresário, e o 3o sargento da PM, lotado em Presidente Figueiredo, identificado como Nepomuceno, que estaria à disposição da segurança do prefeito de Presidente Figueiredo, Romeiro Mendonça. O empresário chegou a ir com o assessor no gabinete do vereador na Câmara, tentando intimidá-lo. Jonas também teve conhecimento que o referido sargento andaria espalhando na cidade que iria matar o vereador e que o apelido dele é dedo leve, por que estaria acostumado a mandar para o além seus desafetos, segundo escreveu o parlamentar.

 kpna

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