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Atualizado em 20/12/2017

A hora é de sabedoria e prudência para Amazonino

 A hora é de sabedoria e prudência para Amazonino Governador Amazonino Mendes

DEAMAZÔNIA MANAUS, AM - Durante a campanha eleitoral Amazonino Mendes seguiu um bordão cujo objetivo falava em arrumar o governo. De fato, eram necessários ajustes, prementes, em todos os setores, para que a máquina pública pudesse, novamente, engrenar.

 

O ex-governador José Melo foi cassado quando as peças desta máquina começavam a azeitar, depois de quase dois anos de lamurias. Melo saiu sem ter tido o tempo de restabelecer a governança e sua imagem de homem público.

 

David Almeida, deputado que governou o Estado interinamente, agiu como "oportunista". Sem se preocupar se quebraria o Estado, quase transforma o Amazonas num Estado carioca, hoje falido financeiramente. Fez isso porque queria largar o pepino para seu sucessor, num gesto de imprudência como em alguns casos de arroubos da juventude.

 

Amazonino vai completar 100 dias de governo, no dia 08 de janeiro 2018. E falta muito ainda para arrumar esta casa.  

 

Porém, nestes quase três meses, três secretários são peças chaves no impulso da sua gestão e que colaboram para dar um norte no seu Governo. O vice-governador Bosco Saraiva, por exemplo, "queimou a língua" de muita gente como secretário atuante na Secretaria de Segurança. O médico Francisco Deodato, titular da Susam, aos poucos avança para buscar o equilibrio da funcionalidade da Saúde no Estado. Sidney Leite, secretário chefe da Casa Civil, ajuda o governador na organização da estrutura da máquina pública em todos os setores. Quem conhece Sidney sabe que ele é um workaholic. Trabalha 24h, sem parar.

 

Amazonino sabe disso. E sabe também que neste processo é natural ciumeiras, rasteiras e muito "fogo amigo". Uns precisam de carinho de menos e outros de afagos demais. Portanto, Amazonino tem sabedoria e prudência de sobra para saber que em time que está ganhando não se mexe.

 

O governador está nos Estados Unidos, e os ares da maior potência bélica mundial, poderá refrescar sua lúcida memória de que sem trincheira e retaguarda não se vence uma guerra.        

Mas, é preciso sim ainda encerar o piso desta casa. Na Cultura, por exemplo, o governador nomeou Denilson Novo, para a cadeira de Robério Braga. Mas nesses quase 100 dias ficamos, por enquanto, com meras expectativas. Teria sido necessária a saída de Robério para termos a certeza do seu peso, naquela pasta. Talvez de todas é a que precise ainda emergir.    

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