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Atualizado em 25/01/2015

ARQUIVO VIVO> Adail Pinheiro diz que corre risco de morte

ARQUIVO VIVO> Adail Pinheiro diz que corre risco de morte Adail Pinheiro ( foto Clovis Miranda)

 

A edição deste domingo (25) do jornal A CRÍTICA traz uma entrevista exclusiva concedida pelo prefeito cassado do município de Coari (distante 363 quilômetros de Manaus), Adail Pinheiro, que falou de dentro do batalhão onde está preso, no Comando de Policiamento Especial (CPE), no bairro Dom Pedro, em Manaus.

 

Essa é a primeira entrevista que Adail concede desde que foi encarcerado, há um ano, por suspeita de crimes de prostituição infantil. O caso ganhou repercussão nacional. Na entrevista, o prefeito cassado de Coari acusa frontalmente o ex-governador Amazonino Mendes (PDT) de influenciar nas ações feitas contra ele.

 

Adail revela as motivações de Amazonino e também lembra, durante a entrevista, que sempre fez parte do grupo político ao qual pertencia o atual ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga (PMDB), o senador eleito pelo Amazonas Omar Aziz (PSD) e deputado federal eleito Alfredo Nascimento (PR).

 

“Eu não sou um preso comum, a minha prisão é política. Eu corro risco de morte muito grande se for para uma penitenciária (...). Fui pego como pode expiatório desse Estado”, afirmou Adail, que também acusa o atual prefeito de Coari, Igson Monteiro (PMDB), de comandar uma quadrilha, e também dispara contra o Poder Judiciário.

 

Na entrevista, Adail também conta detalhes de como é a rotina dele na cadeia. O prefeito cassado tem nome citado em dezenas de processos na Justiça do Amazonas e em instâncias superiores, por crimes contra a administração pública. O conteúdo completo da entrevista com Adail Pinheiro está nas bancas ou disponível para assinantes.

Sobe Catracas

ANA PAULA DE MEDEIROS, juíza de Direito

2ª Vara do Tribunal do Júri de Manaus, da qual é titular, superou principais metas do CNJ, entre elas o julgamento de processos de feminicídio 

Desce Catracas

GANDOR HAGE, ex-prefeito de Prainha (PA)

Justiça Federal bloqueou mais de R$ 200 mil em bens dele por desvio de verba, destinada ao combate à miséria no município