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Atualizado em 16/04/2015

Professores da Ufam decidem nesta quinta GREVE GERAL

Professores da Ufam decidem nesta quinta GREVE GERAL Professores devem paralisar atividades acadêmicas

 

Mobilização e construção da greve unificada. Esse é um dos pontos de pauta da Assembleia Geral (AG) dos professores da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), marcada para esta quinta (16), às 15h30, na sede da Associação dos Docentes da Ufam (Adua), no Campus Universitário.

 

De acordo com a assessoria de imprensa da Adua, a  instância deliberativa vai discutir ainda a defesa do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN) como legítimo representante da categoria e a campanha salarial unificada dos Servidores Públicos Federais (SPFs).

 

Segundo a Adua, a discussão sobre a possibilidade de deflagração da greve da categoria atende à deliberação do Andes-SN, tomada durante reunião do Setor das Federais, no fim de março. Durante o encontro, os representantes das seções sindicais aprovaram uma agenda de mobilização, com a realização de uma rodada de AGs no período de 15 a 24 de abril, dando destaque à construção de um movimento paredista articulado com outras categorias do serviço público federal.

 

O resultado das AGs será avaliado na próxima reunião do Setor das Federais, agendada para os dias 25 e 26 de abril, em Brasília. A indicação da diretoria da Adua é que os docentes lotados nas unidades fora da sede da Ufam (Benjamin Constant, Coari, Itacoatiara, Humaitá e Parintins) também realizem assembleias e encaminhem a deliberação à sede da seção sindical até o dia 23 deste mês.

 

O presidente da Associação dos Docentes da Universidade Federal do Amazonas (ADUA), José Alcimar de Oliveira, afirmou ainda não há previsão para que a greve inicie, caso ela seja deliberada.

 

Conforme o presidente, cinco pontos podem motivar a greve, sendo o aumento salarial como principal. “Queremos a correção e a distorção do índice linear de 27,3% das perdas inflacionárias”, afirmou. “Também lutamos por melhores condições de trabalho, como por exemplo, defender o caráter público das universidades, somos contra a privatização interna. Além disso, é necessário haver a autonomia nas universidades, pois as decisões estão centralizadas no Ministério do Planejamento. Nossos reitores estão de mãos atadas”, destacou ele.

 

A última paralisação realizada pelos professores da instituição ocorreu em 2012 e durou quatro meses. Para o presidente, a ação teve efeito positivo em partes. “Nos últimos tempos, tivemos greve em 2003, 2005 e a última foi em 2012. Nessa paralisação conseguimos em parte as nossas reivindicações. O projeto de carreiras, por exemplo, não conseguimos, mas lutaremos por ela nesse ano”, afirmou. 

 

Luta unificada

A pauta conjunta dos SPFs, lançada em fevereiro deste ano, inclui ainda a correção das distorções e reposição das perdas inflacionárias; índice linear de 27,3%; estabelecimento da data-base em 1º de maio; direito de negociação coletiva; bem como a retirada dos projetos do Congresso Nacional que atacam os direitos dos trabalhadores; a revogação da Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal (Funpresp) e da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh); a extinção do fator previdenciário, entre outros.

 

Indicativo de greve aprovado

A articulação dos servidores da Ufam ganhou força com o reinício do período letivo. Na última quarta-feira (8), os técnico-administrativos da instituição aprovaram a proposta de indicativo de greve para maio deste ano. A decisão, entretanto, foi tomada em caráter de flexibilização, podendo acompanhar o que for decidido durante o 22º Congresso da Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (Confasubra), previsto para ocorrer de 4 a 8 de maio, em Poços de Calda (MG).

portal D2am

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