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Atualizado em 21/10/2020

Ministério da Saúde recua, nega compra da CoronaVac e diz que vacina chinesa não possui eficácia

Após anunciar a aquisição de 46 milhões de doses da vacina e contrariar Bolsonaro, o ministério da Saúde declarou, hoje (21), que não existe nenhuma compra

Ministério da Saúde recua, nega compra da CoronaVac e diz que vacina chinesa não possui eficácia Ministro Eduardo Pazuello (Foto © Carolina Antunes)

BRASÍLIA - Após anunciar a aquisição de 46 milhões de doses da vacina chinesa CoronaVac e gerar a ira de Jair Bolsonaro, o ministério da Saúde foi obrigado a se pronunciar oficialmente na manhã desta quarta-feira (21) e declarar que não existe nenhuma compra.

 

O ministério também ignorou testes do bom desempenho da imunização da vacina e disse que não há eficácia comprovada da CoronaVac. A pasta declarou que só irá sinalizar a aquisição da vacina quando a Anvisa comprovar a eficiência do munizante. 

 

“Não houve qualquer acordo com o governo de São Paulo, ou na aquisição de vacinas chinesas, mas sim uma conversa com o instituto Butantan”, declarou o secretário de Pazuello na coletiva de imprensa. 

 

Pazuello não participou da coletiva, alegando estar com sintomas da Covid-19 e recluso. 

 

Na coletiva, a pasta também informou que a vacinação não será obrigatória. 

 

Governadores e parlamentares da oposição ao governo já denunciam posicionamento de Bolsonaro em politizar o tema e reivindicam a presença de Eduardo Pazuello no Congresso Nacional. 

 

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