Quinta, 22 de outubro de 2020

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Atualizado em 19/09/2020

Omar diz que 'fadiga' de Amazonino não o deixará governar Manaus

Senador afirmou que caso Amazonino seja eleito, quem irá administrar Manaus é o vice da chapa: "prefeito tem que ir para os bairros"

Omar diz que 'fadiga' de Amazonino não o deixará governar Manaus Senador Omar Aziz rebateu ataques de Amazonino Mendes (Foto: Jane Araújo/Agência Senado)

DEAMAZÔNIA MANAUS, AM - O senador Omar Aziz (PSD) rechaçou ataques que o candidato a prefeito de Manaus e ex-governador Amazonino Mendes (Podemos) disparou contra ele durante convenção partidária, no dia 16 de setembro.

 

Omar chamou Amazonino de xavequeiro, soberbo e disse que o ex-governador, aos 80 anos, está “fadigado” e não conseguirá governar Manaus. E que por isso, caso seja eleito, a cidade será administrada integralmente pelo vice, Wilker Barreto.

 

As declarações foram dadas durante entrevista na Rádio Tiradentes, na manhã desta sexta-feira (18/9).

 

“Amazonino, eu acho que com a sua fadiga [você] não pode querer o título de prefeito. Porque ele [Amazonino] mesmo admite que não vai para os bairros e que vai ficar administrando em casa com o vice-prefeito sendo o prefeito de Manaus. Então, ele vai ter o título de prefeito, mas o prefeito, de fato, não será ele. […] Ser prefeito de Manaus tem que ser síndico. Não dá pra se comprometer com a população pelo Whatsapp ou videoconferência. Tem que ir nos bairros, assumir compromisso olho no olho. E isso não vai acontecer, ele mesmo admite isso”, alfinetou o senador.

 

Questionado sobre as ataques de Amazonino, que o chamou de “asa-negra” e “usina de maldade” que “inspira o governo Wilson”, durante convenção municipal, Omar respondeu:

 

“É notório que o Amazonino tá com fadiga. Amazonino é uma pessoa rancorosa demais. Eu vi, criticando todo mundo, achando que ele é o único certo. Contando histórias feito Forest Gump. Desnecessariamente. Atribuo isso à fadiga dele.  Ele me envolve no processo [eleitoral] sem eu estar no processo”, afirmou.

 

Omar relembrou ainda, durante entrevista, que Amazonino foi o único prefeito da história de Manaus que não tentou a reeleição por um alto desgaste no cargo, em 2012.

 

“Passou cinco anos isolado. Não tinha parceiro para jogar dominó. Quando, em 2017, teve aquela eleição suplementar e eu, num gesto pra ele, o convidei pra ser candidato. Ele foi governador do estado. Depois, também, foi o único governador na história do Amazonas que não conseguiu se reeleger”, destacou.

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