Sábado, 15 de agosto de 2020

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Atualizado em 31/07/2020

Prefeito de Rio Preto da Eva e vereador promovem 'forró da morte', na pandemia

Anderson Sousa, vereador Osvaldo do Alto Rio e Secretaria Municipal de Saúde promoveram aglomeração patrocinando festa com Berg Guerra

Prefeito de Rio Preto da Eva e vereador promovem 'forró da morte', na pandemia Prefeito Anderson Sousa, ao lado da primeira-dama, o vice Neto do Baixo Rio, Osvaldo do Alto Rio e o cantor Berg Guerra (Foto: Redes Sociais)

DEAMAZÔNIA RIO PRETO DA EVA, AM - O prefeito de Rio Preto da Eva (a 80 quilômetros de Manaus), Anderson Sousa, o 'prefeito Ostentação', voltou a ostentar ao desobedecer o seu próprio decreto promovendo aglomerações de pessoas em show musical em plena pandemia.

 

Anderson participou e apoiou o evento de forró denominado a 20ª. edição da 'Festa da Fogueira', evento tradicional que ocorre na comunidade do Alto Rio, próximo a casa onde o prefeito reside.

 

A festa, realizada no barracão da sede da comunidade, contou com a participação dos cantores Berg Guerra, Xandinho, Alessandro Lima e o dj Hudson Marks. Tudo patrocinado com dinheiro público. O show aconteceu no sábado (25).

O cartaz da festa traz o apoio oficial da Prefeitura de Rio Preto Preto da Eva, da Secretaria Municipal de Saúde e da Secretaria Municipal de Turismo. O convite foi feito via Facebook, Rádio, Instagram e grupos de WhatsApp.

 

No 'forró da morte', como os moradores de Rio Preto denominaram a festa do prefeito e do vereador Osvaldo do Alto Rio, é possível ver Anderson na festa ao lado de Berg Guerra, da primeira dama, Soraya Almeida, vereador Osvaldo e o cantor Berg Guerra. Todos abraçados e sem máscara.

 

A festança foi até o raiar do dia.

VEJA O CARTAZ DA FESTA:

Sobe Catracas

SORAYA FREIRE, professora da rede municipal de Manaus

Desenvolveu guia sobre trabalho infantil, para professores, e ganhou destaque em matéria publicada no jornal 'Estadão'

Desce Catracas

AGUINALDO RODRIGUES, ex-prefeito de Manaquiri

Justiça Federal condenou o ex-prefeito por não prestar contas de recursos federais destinados à educação no município