Domingo, 12 de julho de 2020

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Atualizado em 04/06/2020

Bolsonaro aceita estender auxílio emergencial, mas limita em duas parcelas de R$ 300

Ideia inicial do ministro da Economia, Paulo Guedes, era dividir o valor extra de R$ 600 em três parcelas de R$ 200

Bolsonaro aceita estender auxílio emergencial, mas limita em duas parcelas de R$ 300 Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes (Foto © : Alan Santos/PR)

BRASÍLIA - O governo Jair Bolsonaro aceitou estender o auxílio emergencial em mais R$ 600 durante a pandemia do coronavírus. O benefício, porém, teria seu valor mensal – hoje de R$ 600 - reduzido para duas parcelas de R$ 300. A proposta deverá passar pelo crivo do Congresso, que deve contestar o valor proposto pelo governo. Proposta ainda vai passar pelo Congresso Nacional, que deve contestar o valor baixo das parcelas.

 

Segundo reportagem do G1, a ideia inicial do ministro da Economia, Paulo Guedes, era dividir o valor do auxílio em três parcelas de R$ 200,00. Bolsonaro, porém, teria achado o valor muito baixo e sugerido o valor de R$ 300, com redução no número de parcelas. 

 

O auxílio emergencial foi criado para apoiar trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEIs) e desempregados que não recebem seguro-desemprego. Para ser aprovado, é preciso ter uma renda per capita de até R$ 522,50 mensais ou renda familiar de até R$ 3.135, correspondente a três salários mínimos.

 

O benefício foi aprovado em abril, com previsão original de ser pago em três parcelas de R$ 600. Contudo, com o avanço da pandemia no país, o governo foi pressionado a estender os pagamentos.

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