Sábado, 06 de junho de 2020

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Atualizado em 21/04/2020

Manaus tem 1.809 casos, 163 óbitos e já enterra mortos em valas coletivas

Prefeitura de Manaus também instalou contêiners frigoríficos para armazenar caixões com corpos das vítimas no cemitério; VÍDEOS

Manaus tem 1.809 casos, 163 óbitos e já enterra mortos em valas coletivas Valas coletivas no cemitério público Nossa Senhora Aparecida, em Manaus (Reprodução/Video)

DEAMAZÔNIA MANAUS, AM - A Prefeitura de Manaus informou, nesta terça-feira (21/4), que mandou fazer  valas comuns, chamadas pelo órgão de trincheiras, para enterrar prováveis  vítimas do novo coronavírus. As valas estão sendo abertas no cemitério público Nossa Senhora Aparecida, no bairro Tarumã, Zona Oeste da capital.             

                   

Conforme boletim desta terça-feira (21), Manaus já registrava 163 mortes por Covid-19 e 1.809 casos confirmados da Covid-19.

 

O estado do Amazonas e alcançou um total de 2.270 casos confirmados do novo coronavírus, segundo boletim da Fundação de Vigilância em Saúde (FVS-AM). Ao todo são 193 mortes no estado.

 

A Prefeitura de Manaus também anunciou hoje (21) a instalação de contêiners frigoríficos para armazenar corpos das vítimas fatais de covid-19.

 

Nesta terça-feira (20), a Prefeitura informou, por meio de nota, que devido ao grande aumento no número de sepultamentos realizados no cemitério, a Secretaria Municipal de Limpeza Urbana (Semulsp) adotou o sistema de trincheiras para realizar o enterro das vítimas de Covid-19.

 

"A metodologia, já utilizada em outros países, preserva a identidade dos corpos e os laços familiares, com o distanciamento entre os caixões e com a identificação das sepulturas. A medida foi necessária para atender a demanda de sepultamentos na capital", disse a nota.

 

O rápido aumento de mortes por Covid-19 no estado fez com que dezenas de covas fossem abertas no mesmo cemitério, desde a última sexta-feira (17). Ainda segundo informações da Prefeitura, desde março, houve um acréscimo de aproximadamente 50% na demanda.

 

Segundo informações do G1/Amazonas, nesta segunda-feira (20), a Semulsp já havia informado ao que teve que instalar contêiners frigoríficos no cemitério para comportar caixões que aguardavam sepultamento. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram filas de carros funerários aguardando para sepultar corpos.

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