Terça, 02 de junho de 2020

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Atualizado em 28/03/2020

'Entraram para a história de maneira triste', diz Arthur sobre vítimas do ‘28 de março’, em Manaus

Acidente que envolveu um caminhão e um micro-ônibus na avenida Djalma Batista, em 2014, deixou 16 mortos

'Entraram para a história de maneira triste', diz Arthur sobre vítimas do ‘28 de março’, em Manaus Prefeito lembra vítimas do ‘28 de março’ e alerta que imprudência no trânsito mata (Foto – Arquivo / Semcom)

DEAMAZÔNIA MANAUS, AM - A memória das 16 vítimas fatais do acidente que envolveu um caminhão e um micro-ônibus na avenida Djalma Batista, zona Centro-Sul, em 2014, foi lembrada pelo prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, neste sábado, 28/3, quando o acidente completa 6 anos. “Essas pessoas entraram para a história de maneira triste, para não esquecermos que a imprudência no trânsito mata”, disse em vídeo publicado em suas redes sociais.

 

Para chamar a atenção de condutores e pedestres, para o cumprimento da legislação de trânsito, a Prefeitura de Manaus realiza, desde 2015, um culto ecumênico no dia 28 de março em homenagem às vítimas. O evento não foi realizado este ano em virtude do isolamento social adotado para evitar aglomerações e um possível aumento de contágio pelo novo coronavírus, causador da Covd-19.

 

“Todos os anos, nos solidarizamos com todos os parentes e amigos dos mortos, mas este não será assim, pois estamos em um período de quarentena, cumprindo o bom senso de ficar em casa. Mas isso não me impediu de fazer uma oração, junto com minha esposa, Elisabeth Valeiko Ribeiro, bastante significativa pela dor que ainda sentimos por aquelas perdas do dia 28 de março de 2014”, declarou o prefeito.

 

Arthur Neto também recordou que, em homenagem às vítimas, o complexo viário que liga a estrada do aeroporto à avenida Torquato Tapajós recebeu o nome de 28 de Março. “Aquele complexo ia se chamar ‘Ministro Roberto Campos’, mas decidimos homenagear essas pessoas que estavam retornando para casa e tiveram suas vidas ceifadas de maneira cruel”, observou.

 

Em 2018, também foi inaugurado um memorial embaixo do viaduto Ayrton Sena, próximo ao local do acidente, com o nome de todas as vítimas fatais. “Nunca esquecerei essas famílias. Não preciso ser prefeito para ir à alguma homenagem, posso ir como cidadão”, finalizou, pedindo para que o acidente sirva de lição aos motoristas e pedestres, por um transito mais seguro a todos.

 

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