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Atualizado em 24/03/2020

Prefeitos defendem adiamento das eleições 2020 e querem votação única

A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) defende uma disputa única no país a cada cinco anos, sem reeleição

Prefeitos defendem adiamento das eleições 2020 e querem votação única Eleições municipais 2020 podem ser adiadas (Foto: Divulgação/TRE-AP)

DEAMAZÔNIA BRASÍLIA - Prefeitos e dirigentes partidários já trabalham a ideia de adiar as eleições 2020, por causa do coronavírus. Eles também passaram a pregar a proposta de realizar escolha para todos os cargos do país de uma única vez. A informação é do Estadão.

 

A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) defende uma disputa única no País a cada cinco anos, sem reeleição. No domingo, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, propôs o adiamento das eleições.

 

"Entendo que a suspensão da eleição é inevitável", afirmou o presidente da Confederação Nacional dos Municípios, Glademir Aroldi, ao Estadão.

 

O presidente da entidade dos prefeitos, cita a projeção de picos da doença em julho e agosto no Brasil e a estabilização em setembro. "Quanto custa uma eleição para o País? Esse dinheiro não deveria ser usado para o combate ao coronavírus, para tratar da saúde das pessoas?", disse.

 

Duas propostas de realização de eleições únicas no mesmo ano tramitam na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa. Um dos motivos pelo adiamento é o não cumprimento do calendário eleitoral, com prazo de filiações, convenções e campanha eleitoral.

 

Uma das PECs é do deputado federal, por Minas, Aécio Neves (PSDB-MG). “Ele defende que os mandatos atuais sejam prorrogados até lá e que a unificação dos pleitos seja definitiva”, informou a coluna Painel. Com isso, o PSDB mantém sob seu controle a maior prefeitura do País, que é a de São Paulo, por mais dois anos.

 

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia disse que se as previções do ministro Mandetta estiverem certas não haverá necessidade de transferir as eleições. O presidente da Frente Nacional de Prefeitos, Jonas Donizette (PSB), disse que o tema fica para mais tarde.

 

Já o vice-presidente do TSE, Luiz Barroso, disse que quem decide pelo adiamento da eleição é o Congresso.

 

Atualmente, mandatos de prefeitos, governadores e o presidente da República são eleitos a cada quatro anos, com direito a reeleição.

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