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Atualizado em 14/03/2020

Álcool em gel e máscaras estão em falta em estabelecimentos de Manaus, diz Procon-AM

Procon-AM verificou preços e disponibilidade dos produtos; ação conjunta com a CDC-Aleam não registrou variação no valor

Álcool em gel e máscaras estão em falta em estabelecimentos de Manaus, diz Procon-AM Procon-AM verifica preços e disponibilidade de álcool em gel e máscaras em estabelecimentos de Manaus

DEAMAZÔNIA MANAUS, AM - O Instituto Estadual de Defesa do Consumidor (Procon-AM) realizou neste sábado (14/03) uma ação em parceria com a Comissão de Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (CDC-Aleam) para verificar a disponibilidade e a variação de preço dos álcoois em gel e 70% e de máscaras. Os produtos estão com grande demanda após o aumento do número de casos de coronavírus no Brasil.

 

Foram visitadas farmácias das principais redes presentes em Manaus, além de uma loja de produtos para profissionais da área da saúde e um supermercado na avenida Jornalista Umberto Calderaro Filho, na zona centro-sul da capital amazonense.

O Procon-AM e a CDC-Aleam constataram que não há máscaras e álcool em gel nos estoques das redes visitadas. No entanto, ainda há álcool 70% à venda nos estabelecimentos. Também não foi registrada alteração de preços das mercadorias comercializadas.

 

“Os preços estão dentro da normalidade, são os já praticados no comércio. O Procon e a CDC estarão juntos até que tenhamos uma resposta definitiva em relação à prevenção do coronavírus”, afirmou o diretor-presidente do Instituto, Jalil Fraxe, que reforçou ainda que os consumidores podem repassar ao órgão os casos de cobrança abusiva desses produtos, sem esquecer de informar o endereço do estabelecimento.

 

“Com apenas uma foto em rede social, ficamos impossibilitados de atender a demanda do consumidor. Estamos recebendo denúncias no 0800 092 1512, no e-mail [email protected] e na sede do Procon-AM, na avenida André Araújo, 1.500, Aleixo”, acrescentou Fraxe.

 

O presidente da CDC-Aleam, deputado estadual João Luiz, frisou que a comparação de valores dos produtos será feita novamente para constatar práticas abusivas.

 

“Verificamos que muitos estabelecimentos não possuem mais os produtos, o que faz com que a procura seja maior que a oferta. Nossa meta é evitar que o fornecedor se prevaleça dessa situação de vulnerabilidade do consumidor e incorrer na prática abusiva”, afirmou ele.

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