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Atualizado em 27/02/2020

Produtor de Petróleo quer bloco do Amazonas em edital de exploração, diz Folha

Bancada do AM enviou requerimento a Agência de Petróleo para incluir 12 municípios

Produtor de Petróleo quer bloco do Amazonas em edital de exploração, diz Folha Em amarelo, os blocos que se sobrepõem à terras indígenas homologadas ou em estudo pela Funai (Fonte: ABPIP)

DEAMAZÔNIA MANAUS, AM - Produtores de Petróleo e Gás pedem que a Agência Nacional do Petróleo (AGP) reinclua blocos da bacia do Amazonas no edital de oferta para exploração na região amazônica. Os produtores engrossam o pedido da bancada amazonense no Congresso de incluir, além de Coari, mais 12 municípios do Amazonas para a exploração de gás.

 

A informação é do jornal a Folha de São Paulo.

 

Os blocos do Amazonas foram retirados a pedido do Ministério Público Federal devido ausência de manifestação da Funai  (Fundação Nacional do Índio). No pré-edital lançado em abril de 2018 constavam 26 blocos, com previsão de R$ 264 milhões de investimentos.

 

Os municípios que estavam incluídos  nos lotes que constam no relatório da AGP são: Autazes, Borba, Careiro da Várzea, Itapiranga, Nova Olinda do Norte, Silves,  Beruri, Careiro, Urucará, Nhamundá, Parintins e São Sebastião do Uatumã.

 

Porém, segundo a Folha, a Funai identificou nos últimos dias os seguintes locais com ‘sobreposição de blocos em estudos da terra indígena Capivara (Autazes), terra indígena Muratuba (Autazes), parcialmente estudos na terra indígena Igarapé Paiol (Manaquiri) e Terra Indígena Lago do Barrigudo (Beruri).

 

Para a Associação Brasileira de Produtores Independentes de Petróleo, 18 das 26 áreas estão fora das terras indígenas e por isso pediu que os municípios entrem no bloco de explorações.

 

Ainda segundo a reportagem, o senador Omar Aziz, coordenador da bancada do Amazonas no Congresso, enviou requerimento em dezembro do ano passado à Agência Nacional do Petróleo pedindo que sejam reincluídos os municípios amazonenses no bloco de leilões. “O atraso na inclusão dessas áreas trará nada mais do que prejuízo à população amazonenses pela perda de eventuais investimentos privados”, afirmou. 

 

A Folha apurou que o Ipaam, Instituto do Amazonas responsável pela emissão das licenças, já informara que as áreas exploratórias estavam foram das terras indígenas.

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