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Atualizado em 12/02/2020

Deputado do PSOL chama Moro de 'capanga da milícia' e ministro rebate: 'desqualificado'

Reunião da PEC em 2ª, Instância, presidida por Marcelo Ramos, terminou em confusão com ofensas entre deputados

Deputado do PSOL chama Moro de 'capanga da milícia' e ministro rebate: 'desqualificado' Marcelo Ramos encerrou reunião com Moro após confusão

DEAMAZÔNIA MANAUS, AM - A sessão da Comissão de Constituição de Justiça (CCJ) da Câmara, que contava  hoje (12/02)com a presença do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, acabou com uma grande confusão, depois que o deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) chamou o ex juiz da Lava Jato de ‘capanga da milícia’.

 

“Eu não tenho outra coisa a dizer, a não ser chamar um ministro da Justiça, que blinda a família Bolsonaro quanto a estes temas [envolvimento com as milícias] de capanga da milícia”, disse  Glauber.

 

O deputado federal Marcelo Ramos (PL-AM), presidente da comissão Especial da Câmara que analisa a PEC que trata da condenação em Segunda Instância, ainda tentou contornar a arenga quando Moro retrucou o chamando o deputado de desqualificado. Glauber é o mesmo deputado que noutra  ocasião na Câmara chamou Moro de ladrão.

 

O deputado Éder Mauro (PSD-PA) saiu em defesa do ministro da Justiça e partiu para cima de Glauber Braga. Outros parlamentares tiveram que intervir antes que os dois se agredissem fisicamente.

 

A reunião foi encerrada e Moro saiu sem falar com a imprensa e se esquivando em responder questionamentos levantados por Glauber Braga.

 

Glauber, porém, falou com os jornalistas e afirmou que Éder confessou assassinatos enquanto estava no Plenário. 

Nas redes sociais as opiniões se dividiram sobre a confusão. VEJA; 

Sobe Catracas

EMÍLIA FERRAZ, delegada de Polícia

Nomeada delegada geral da Polícia Civil do Amazonas, pelo governador, se torna primeira mulher a ocupar o cargo no estado

Desce Catracas

VALMIR CLÍMACO, prefeito de Itaituba (PA)

Pela segunda vez, Justiça condenou ele a suspensão dos direitos políticos, agora, por desvio de funções de servidores