DeAmazônia

MENU
Atualizado em 24/01/2020

Professores de Nhamundá reivindicam que prefeito pague reajuste de 12,84% do Fundeb

Sindicato dos professores reclama que há oito anos estão sem reajuste salarial

Professores de Nhamundá reivindicam que prefeito pague reajuste de 12,84% do Fundeb Protesto de professores em Nhamundá, em 2017 (Foto: Eldiney Alcântara)

DEAMAZÔNIA NHAMUNDÁ, AM - O Sindicato dos Profissionais em Educação de Nhamundá (SIMPEMN) reivindica que o prefeito Nenê Machado, pague, no ano letivo de 2020, o reajuste salarial de 12,84%, com data retroativa a 1º de janeiro, como prevê a Lei nº 11.738, do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb).

 

No dia 16 de janeiro, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) reajustou o piso salarial dos profissionais da rede pública da educação em 12,84% para 2020, passando de R$ 2.557,74 para R$ 2.886,24.

 

De acordo com a entidade, em sete anos de administração do prefeito, os professores nunca receberam aumento salarial e há oito estão com os salários defasados.

 

O SIMPEMN encaminhou, no dia 21 de janeiro (terça-feira), ofício, ao secretário de Educação municipal Neto Carvalho, assinado pela presidente Eliana Duque de Souza, onde solicita o agendamento de uma data para discutir o reajuste salarial dos professores, em Audiência Pública, com a presença dos educadores.  

 

 “Por questão de isonomia devemos ter o nosso aumento salarial com retroatividade a 1º de janeiro de 2020. No mais este Sindicato está a disposição para conciliação que é peculiar da Diretoria e da categoria”, diz trecho do ofício, encaminhado ao secretário de Educação municipal.

 

Neto Carvalho trabalha nos bastidores para ser o candidato a vice na chapa de Mariana Pandolfo, que é a pré-candidata a prefeita de Nenê Machado.

Sobe Catracas

NATHÁLIA FARIA, karateca amazonense

Do topo do ranking nacional de karatê, atleta chega à seleção brasileira da categoria de base pela terceira vez

Desce Catracas

ADONEI AGUIAR, prefeito de Curinópolis (PA)

Afastado do cargo por acusação de integrar esquema criminoso, STF negou pedido dele para retornar ao cargo