Segunda, 01 de junho de 2020

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Atualizado em 12/01/2020

Dono da Dolly já estuda fechar fábrica na Zona Franca de Manaus

“Todos se questionarão se vale a pena, após corte de incentivos’, diz Laerte Codonho

Dono da Dolly já estuda fechar fábrica na Zona Franca de Manaus

DEAMAZÔNIA MANAUS, AM - Laerte Codonho, dono da Dolly, estuda se mantém a indústria de concentrados de refrigerantes na Zona Franca de Manaus, após a redução do incentivo do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que baixa de 10% para 4%, com decreto do presidente Jair Bolsonaro.

 

A informação é da Folha de São Paulo. “ Outra alternativa é a extinção da operação após a a redução do incentivo ao setor na zona Franca, que expirou na virado do ano.

 

O dono da Dolly disse que o decreto foi uma surpresa. “Matemos uma operação no meio da selva para ter o benefício fiscal.  A partir do momento em que se corta isso, todos se questionarão se vale a pena”, disser Codonho, a coluna Painel, da Folha, em nota assinada pela jornalista Joana Cunha.

 

PRESENTE DE GREGO

No dia 27 de dezembro, em plena festividades natalinas, o presidente Jair Bolsonaro participou, na capital amazonense, da 1ª Feira de Sustentabilidade do Polo Industrial de Manaus (fesPIM), organizado pela Suframa.

 

A finalidade da fesPIM, promovido pela Superintendência da Zona Franca, foi de incentivar iniciativas sustentáveis para geração de emprego e renda na região e para o país em relação ao desenvolvimento econômico a partir do uso de recursos naturais de maneira correta.

 

Uma semana depois o presidente publicava o decreto dos 4% do IPI. Bolsonaro havia reajustado o incentivo entre outubro e dezembro de 2019, de 8% para 10%, como contrapartida para que os parlamentares do Amazonas votasse a reforma da Previdência.

 

A Zona Franca já vinha acumulando perdas deste o fim do governo Temer quando ainda era de 20% a quota do IPI para a produção e concentrados de refrigerantes.

 

Sobe Catracas

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