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Atualizado em 12/01/2020

Dono da Dolly já estuda fechar fábrica na Zona Franca de Manaus

“Todos se questionarão se vale a pena, após corte de incentivos’, diz Laerte Codonho

Dono da Dolly já estuda fechar fábrica na Zona Franca de Manaus

DEAMAZÔNIA MANAUS, AM - Laerte Codonho, dono da Dolly, estuda se mantém a indústria de concentrados de refrigerantes na Zona Franca de Manaus, após a redução do incentivo do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que baixa de 10% para 4%, com decreto do presidente Jair Bolsonaro.

 

A informação é da Folha de São Paulo. “ Outra alternativa é a extinção da operação após a a redução do incentivo ao setor na zona Franca, que expirou na virado do ano.

 

O dono da Dolly disse que o decreto foi uma surpresa. “Matemos uma operação no meio da selva para ter o benefício fiscal.  A partir do momento em que se corta isso, todos se questionarão se vale a pena”, disser Codonho, a coluna Painel, da Folha, em nota assinada pela jornalista Joana Cunha.

 

PRESENTE DE GREGO

No dia 27 de dezembro, em plena festividades natalinas, o presidente Jair Bolsonaro participou, na capital amazonense, da 1ª Feira de Sustentabilidade do Polo Industrial de Manaus (fesPIM), organizado pela Suframa.

 

A finalidade da fesPIM, promovido pela Superintendência da Zona Franca, foi de incentivar iniciativas sustentáveis para geração de emprego e renda na região e para o país em relação ao desenvolvimento econômico a partir do uso de recursos naturais de maneira correta.

 

Uma semana depois o presidente publicava o decreto dos 4% do IPI. Bolsonaro havia reajustado o incentivo entre outubro e dezembro de 2019, de 8% para 10%, como contrapartida para que os parlamentares do Amazonas votasse a reforma da Previdência.

 

A Zona Franca já vinha acumulando perdas deste o fim do governo Temer quando ainda era de 20% a quota do IPI para a produção e concentrados de refrigerantes.

 

Sobe Catracas

DELISSA VIEIRALVES FERREIRA, promotora de Justiça

Ação Civil Pública, em conjunto com a promotora Nilda Silva, derrubou na Justiça decisão da Seduc de militarizar Escola Tiradentes, em Manaus

Desce Catracas

RAYLAN BARROSO, prefeito de Eirunepé

Foi cobrado pelo MPF para fazer processo seletivo, pagar funcionários indigenas e regularizar merenda escolar