DeAmazônia

MENU
Atualizado em 10/01/2020

SERAFIM CORRÊA | Governo Federal apunhala a Zona Franca de Manaus pelas costas

SERAFIM CORRÊA | Governo Federal apunhala a Zona Franca de Manaus pelas costas Serafim Corrêa, deputado estadual

Mais uma vez o Governo Federal apunhala a Zona Franca de Manaus pelas costas. O que se está fazendo ao reduzir a alíquota de IPI, que é o principal incentivo que a ZFM de Manaus oferece para atrair novas empresas, que já foi de 40%, depois veio para 20%, depois desceu para 4%, subiu para 8%, subiu para 12% e agora voltou para 4%, ou seja, quando a empresa veio para cá foi por um atrativo de 40% e esse atrativo agora foi reduzido a 10%.

 

Isso significa a quebra da segurança jurídica com repercussões muito ruins, porque nenhuma outra empresa de porte vai querer vir para Manaus sabendo da instabilidade com que o Governo Federal trata a Zona Franca, e as que estão aqui vão querer sair. Portanto, deixo registrado o meu repúdio a essa medida”.

 

Opinião do Deputado Serafim Corrêa (PSB) sobre a decisão do governo estadual de revogar reajuste de assessores do 2º escalão

O governo (do Amazonas) ter voltado atrás só revela que ele é um governo sem quilha. É a canoa que está à deriva. Porque como é que três meses atrás era importante dar esse aumento e três meses depois não é mais importante dar o aumento? A verdade é que a opinião pública ainda tem peso, e hoje não se trata mais da opinião pública de Manaus ou do Amazonas, é a opinião pública nacional.

 

Hoje, o jornal O Globo, em seu principal editorial, mostra a irresponsabilidade do Governo do Amazonas com as suas finanças. Eu espero que isso sirva de lição e que o governo, daqui para frente, passe a agir de forma responsável com as finanças públicas estaduais”.

*O autor é deputado estadual do Amazonas*

Sobe Catracas

DELISSA VIEIRALVES FERREIRA, promotora de Justiça

Ação Civil Pública, em conjunto com a promotora Nilda Silva, derrubou na Justiça decisão da Seduc de militarizar Escola Tiradentes, em Manaus

Desce Catracas

RAYLAN BARROSO, prefeito de Eirunepé

Foi cobrado pelo MPF para fazer processo seletivo, pagar funcionários indigenas e regularizar merenda escolar