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Atualizado em 08/01/2020

Bolsonaro não prorroga e baixa para 4% incetivos as indústrias de refrigerantes da ZFM

Presidente publicou decreto que retira incentivos do PIM, apesar das pressões da Coca-Cola, Ambev e da bancada do AM

Bolsonaro não prorroga e baixa para 4% incetivos as indústrias de refrigerantes da ZFM Sede da Superintendência da Zona Franca de Manaus, na capital amazonense

DEAMAZÔNIA MANAUS, AM - Um duro golpe contra a Amazônia. Apesar das pressões da Coca-Cola Brasil, Ambev e dos deputados e senadores da bancada amazonense no Congresso, o presidente da República Jair Bolsonaro [sem partido] decidiu reduzir de 10% para 4% os benefícios tributários para a produção de refrigerantes na Zona Franca de Manaus. 

 

A informação é do Jornal Valor Econômico em matéria publicada na tarde desta quarta-feira (08/01), assinada pelos jornalistas Rapahel de Cunto e Fábio Graner.

 

Bolsonaro, aproveitou o recesso do Congresso, e decidiu seguir a mesma medida adotada pelo ex-presidente Michel Temer (MDB), no primeiro golpe contra o Polo Industrial de Manaus, que por meio de decreto reduziu 20% para 4% os incentivos.

 

Em julho de 2019, por causa da reforma de previdência, Bolsonaro publicou decreto 9.897, elevando a alíquota do IPI ( Imposto sobre Produtos Industrializados) de 8% para 10%, com validade somente entre o período de 1º de outubro a 31 de dezembro de 2019.

 

Mas, agora na primeira semana útil de janeiro de 2020, o presidente da República baixa um decreto que pode fechar as fábricas de refrigerantes instaladas em Manaus.  

 

Segundo o Valor, em relação ao impacto original do incentivo do governo federal que era de 20%, o prejuízo para a empresas de refrigerantes do PIM é de R$ 2,1 bilhões.  

 

Para o jornal, Bolsonaro seguiu recomendações do ministro da Economia, Paulo Guedes, que sempre demonstrou-se contra a manutenção dos subsídios no Amazonas.  

 

“Vamos ter que atuar de forma dura”, disse ao Valor, o deputado federal, Sidney Leite (PSD), referindo-se a mobilização das bancadas do Norte e Nordeste, na tentativa de reverter a decisão de Bolsonaro.

DEAMAZONIA.COM.BR 

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