DeAmazônia

MENU
Atualizado em 27/11/2019

Sai acordão do TRE/AM e Jonas Castro já pode assumir a Prefeitura de Figueiredo

Romeiro Mendonça e Mário Abrahão tiveram mandatos cassados e ainda podem recorrer, mas fora dos cargos; VEJA o Acórdão

Sai acordão do TRE/AM e Jonas Castro já pode assumir a Prefeitura de Figueiredo Presidente da Câmara, Jonas Castro, assume a Prefeitura de Presidente Figueiredo

DEAMAZÔNIA MANAUS, AM - O Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas publicou na tarde de hoje (27/11), o Acórdão da decisão da reunião do Pleno realizada nesta terça-feira (26), que manteve a cassação, por unanimidade de votos, dos mandatos do prefeito de Presidente Figueiredo ( a 107 quilômetros de Manaus), Romeiro Mendonça e do vice prefeito, Mário Abrahão, ambos do PDT, por abuso do poder econômico na eleição de 2016. Veja publicação do acordão ao final da matéria. 

 

Com a publicação do Acórdão, o presidente da Câmara Municipal, vereador Jonas Castro, assume como prefeito em Exercício [ na vacância dos cargos de prefeito e vice], e deve aguardar ser notificado pela Corte Eleitoral amazonense, nos próximos dias, para tomar posse como prefeito interino, até realização de eleição suplementar no município.

 

Romeiro e Mário poderão ainda ingressar com recurso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas poderão fazer essa interpelação fora dos cargos.

 

Na decisão do TRE/AM, que cassou os mandados do prefeito e do vice, os desembargadores convocam a realização de nova eleição em Presidente Figueiredo que deve ser marcada após o trânsito em julgado no TSE.

 

O pedido de cassação de Romeiro e Mário Abrahão foi feito pelo diretório municipal do PT do B e atuaram na causa os advogados Adalberto Teixeira Bittar e Hugo Fernandes Levy Neto.

VEJA O ACORDÃO   

Sobe Catracas

RUI MACHADO, artista plástico

Recebeu comenda da Ordem do Mérito Legislativo da Aleam, em reconhecimento por trabalho com coisas da Amazônia

Desce Catracas

RONALDO TABOSA, vereador de Manaus

Pela quarta vez, teve mandato cassado pelo TRE/AM, dessa vez, por infidelidade partidária com o PP