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Atualizado em 17/10/2016

Bens dos vereadores eleitos para a CMM somam R$ 19 milhões

Bens dos vereadores eleitos para a CMM somam R$ 19 milhões

Manaus - Os 41 vereadores eleitos neste ano para a Câmara Municipal de Manaus (CMM) acumulam bens de R$ 19 milhões, segundo informações do site no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Entre os parlamentares estreantes na Câmara há milionários e outros que afirmam não terem nenhum bem a declarar.

 

Em seu primeiro mandato na CMM, o vereador eleito Coronel Gilvandro Mota (PTC) declarou à Justiça Eleitoral ter bens no valor total de R$ R$ 1,3 milhão, incluindo uma  casa de alvenaria de 300 metros quadrados de dois  pisos, no valor de R$ 950 mil, além de apartamento no valor de R$ 365 mil.

 

Outro estreante na Câmara, o ex-secretário de Estado de Educação do Amazonas Gedeão Amorim (PMDB) relatou no registro de candidatura possuir que totalizam R$ 1,5 milhão. Entre os bens descritos constam uma casa de R$ 500 mil e uma sala comercial em construção na cidade de Brasília, no valor de R$ 280 mil. Gedeão declarou possuir, ainda, um veículo modelo Amarok de R$ 80 mil.

 

Ainda entre os novos vereadores milionários está listado Diego Afonso (PDT) que declarou à Justiça Eleitoral ter bens que somados chegam a R$ 1,7 milhão, sendo o maior valor a participação de quotas de capital no valor de R$ 500 mil. Outro bem do vereador eleito Diego  é um terreno de R$ 420 mil.

 

Ao ingressar com pedido de registro de candidatura na Justiça Eleitoral, o candidato deve apresentar a declaração atual dos bens assinados pelo requerente, como determina o artigo 27 da Resolução-TSE nº 23.455/2015.

 

Há também vereadores estreantes que declararam não ter nenhum bem. É o caso de Missionário André (PTC), Joana d´Arc Protetora (PR), Fred Mota (PR) e Raulzinho (DEM).

 

Ao ingressar com pedido de registro de candidatura na Justiça Eleitoral, o candidato deve apresentar a declaração atual dos bens assinados pelo requerente, como determina o artigo 27 da Resolução-TSE nº 23.455/2015.

 

No início de agosto, o TSE publicou um acórdão em que determina que nenhum candidato é obrigado a atualizar os preços de seus bens. O caso julgado envolvia a então candidata ao governo do Maranhão Roseana Sarney, em 2006. Na ocasião, ela declarou à Justiça Eleitoral uma lista de 16 bens que compunham seu patrimônio, mas apenas informou o valor de um deles. Todos os outros 15 – incluindo ações e cotas de empresa, um Ford EcoSport e imóveis em Brasília, Rio de Janeiro, São Luís e em uma ilha próximo à capital maranhense – foram registrados como valor de R$ 0.

D24am

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