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Atualizado em 06/10/2016

Fenaban propõe 8% e bancários farão assembleia para decidir

Fenaban propõe 8% e bancários farão assembleia para decidir A entidade propôs um reajuste para 2016 de 8% mais abono de R$ 3,5 mil. Foto: Divulgação/Contraf-CUT

Manaus - Ao completar 30 dias da greve mais longa do sistema financeiro do País, a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e o Comando Nacional dos Bancários realizaram a décima primeira rodada de negociações, na noite desta quarta-feira (05), em São Paulo, e uma nova proposta será levada para as assembleias que serão realizadas, nesta quinta-feira (06), em todo o País, para acatar ou não o que foi aceito pela liderança dos bancários.

 

A entidade propôs um reajuste para 2016 de 8% mais abono de R$ 3,5 mil. O abono deverá ser pago em até 10 dias após a assinatura da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). No vale-alimentação, o reajuste passa para 15% e, no vale-refeição e no auxílio creche-babá, para 10%. Já a licença-paternidade passará para 20 dias.

 

Para 2017, a proposta prevê reajuste de acordo com a inflação de mais 1% de aumento real para os salários e em todas as verbas, tendo como parâmetro a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Já a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) será reajustada pelo índice de 8%, em 2016. Já em 2017, a proposta prevê inflação mais 1% de aumento real.

 

Sobre emprego, foi proposta a criação de um centro de realocação e requalificação e sobre os dias parados, a Fenaban propõe a compensação de todos os dias, sem prazo limite.

 

Na última negociação, no dia 28 de setembro, a Fenaban propôs reajuste de 7% e abono de R$ 3,5, com aumento real de 0,5% para 2017, proposta que acabou sendo rejeitada pela categoria.

 

Inicialmente, os bancários pediam um reajuste salarial de 14,78%, dos quais 5% de aumento real, sobre a inflação. Também foram colocadas na mesa de negociação a PLR de três salários, mais R$ 8,3 mil, além de piso com salário de R$ 3,9 mil e vale-alimentação, refeição, cesta e auxílio-creche/babá com base no salário mínimo nacional de R$ 880, mais o 14º salário.

 

A reunião avançou pela noite e outro impasse surgiu quando a entidade dos bancos pediu a compensação de todos os dias parados, sem prazo limite, mas o Comando Nacional rejeitou a punição de parte dos grevistas. Logo em seguida, a liderança dos bancários conseguiu o compromisso da Fenaban de abono total dos dias parados.

D24am

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