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Atualizado em 14/11/2019

Apagões de energia no interior são debatidos na Aleam 

Em Cessão de Tempo, desta quarta (13), ficou decidido que municípios ingressarão com Ação Civil Pública individual

Apagões de energia no interior são debatidos na Aleam  Aleam debate o fornecimento de Energia Elétrica no interior (Foto: Danilo Mello)

DEAMAZÔNIA MANAUS, AM - A Sessão Plenária da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) desta quarta-feira (13) começou com uma Cessão de Tempo proposta pelos deputados estaduais Wilker Barreto (Podemos), Álvaro Campêlo (Progressistas) e João Luiz (Republicanos) sobre as interrupções no fornecimento de energia elétrica no interior e dos índices de tarifa.

 

A reunião envolveu órgãos de defesa do consumidor e vereadores dos municípios do interior para tratar a respeito de medidas judiciais que serão tomadas em relação ao aumento na tarifa e constantes interrupções de energia elétrica.

 

A Cessão contou com a presença do vereador Dr. Leo (PTC) de Manacapuru (a 68 km de Manaus), que junto com os deputados propositores, questionaram as interrupções e pediram esclarecimentos sobre as falhas, bem como a diferença de valores sentida pelos consumidores na conta do último mês.

 

O presidente da Eletrobrás Amazonas Energia, Tarcísio Estefano Rosa,respondeu aos questionamentos dos deputados, negando qualquer espécie de rodízio ou apagão no fornecimento, assim como qualquer aumento na tarifa, anunciando, inclusive a redução na tarifa a partir do próximo mês em cerca de 6% e os investimentos feitos pela Eletrobrás.

 

Para Álvaro Campêlo, enquanto não houver uma ação firme, este tipo de situação fará parte do cotidiano do Amazonas. “Ainda como vereador, já alertava que a privatização poderia acarretar a precarização dos serviços e o aumento da tarifa. O quadro hoje, infelizmente, tem afetado os consumidores mais carentes, que não conseguem pagar suas faturas com valores absurdos, recebendo um serviço de péssima qualidade”, concluiu.

 

Ao final da reunião técnica, que contou com a participação de representantes do Ministério Público Estadual, Defensoria Pública do Estado, OAB/AM, Procon Amazonas e Câmaras Municipais, ficou decidido que os municípios ingressarão com uma Ação Civil Pública (ACP), de forma individualizada, já que existem particularidades que precisam ser observadas para que as iniciativas obtenham êxito no Judiciário.

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