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Atualizado em 07/11/2019

Barreirinha está sem água há um mês

Prefeitura e Saae deixam população sem fornecimento de água potável

Barreirinha está sem água há um mês Barreirinha, no Baixo Amazonas, sofre com falta de água há um mês

DEAMAZÔNIA BARREIRINHA, AM -  O prefeito de Barreirinha, Glênio Seixas (MDB), não consegue resolver o problema da falta de água na cidade que ocorre há um mês. São inúmeras as reclamações dos moradores.

 

Vereadores que entraram em contato com o Portal DeAMAZÔNIA disseram que a estrutura do bombeamento do SAAE está sucateada e que em quase três anos da administração do Glênio não foram feitos investimentos no setor. Os parlamentares de oposição na Cãmara denunciaram o caso ao Ministério Público. VEJA NO FINAL DA MATÉRIA

 

A falta de água em Barreirinha, um serviço essencial básico para a população, contrapõe um prêmio que Glênio recebeu da Funasa de investimento em saneamento.

 

O investimento que o prefeito faz mesmo é em promoção pessoal, com nepotismo empregando membros da família dele.

 

Nesta quarta-feira (06), o DeAMAZÔNIA cobrou da Prefeitura um prazo para o restabelecimento do fornecimento da água. O diretor do Saae prometeu que o serviço voltariam ao normal ontem mesmo.

 

Mas, na manhã de hoje (07), os moradores contestaram a normalidade. Informaram que a água voltou a ser bombeada, porém, o líquido não consegue chegar com força nas torneiras.

 

“Muitas pessoas estão sendo obrigadas a comprar um bombeamento automático, para que a água suba. Este kit custa em torno de R$ 1 mil, além de consumir energia”, afirmou um morador.

 

“O Saae não consegue fornecer água nem para o centro da cidade, imagine para os bairros”, informou outro morador, que pediu para não ter seu nome revelado porque o prefeito da cidade é perseguidor.     

 

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Sobe Catracas

EMÍLIA FERRAZ, delegada de Polícia

Nomeada delegada geral da Polícia Civil do Amazonas, pelo governador, se torna primeira mulher a ocupar o cargo no estado

Desce Catracas

VALMIR CLÍMACO, prefeito de Itaituba (PA)

Pela segunda vez, Justiça condenou ele a suspensão dos direitos políticos, agora, por desvio de funções de servidores