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Atualizado em 09/10/2019

Juiz analisa soltura de alguns presos, em Tabatinga, devido superlotação em presídio

Edson Rosas Neto pontuou ainda ausência de recursos para demandas de menor infrator na cidade; ouça entrevista

Juiz analisa soltura de alguns presos, em Tabatinga, devido superlotação em presídio Juiz Edson Rosas Neto

DEAMAZÔNIA TABATINGA, AM - O juiz da 1ª Vara da Comarca de Tabatinga (a 1.105 quilômetros de Manaus), Edson Rosas Neto, afirmou que, junto ao Ministério Público, tenta reduzir a pena - e até conceder liberdade - de alguns presos, devido superlotação no presídio do município. A unidade prisional tem capacidade para 108 detentos e está funcionando com 130 presos.

 

O dado foi identificado em inspeção da Justiça, no dia 1º de outubro.

 

Segundo o juiz, mesmo o déficit sendo “pequeno”, a superlotação acarreta diversos problemas que podem afetar a integridade física dos detentos e da sociedade.

 

 “Tomamos algumas medidas junto ao Ministério Público para redução, verificação de presos com direito a regime semiaberto, para que possamos reduzir. Pois quanto maior o número de pessoas lá dentro, a questão da alimentação fica mais precária, o espaço [...] e aí a possibilidade de rebeliões e revolta lá dentro começa a aumentar”, afirmou Edson Rosas, em entrevista ao Alô Fronteira, nesta quarta-feira (9/10).

 

Ele pontuou as dificuldades de atuação da Justiça pela ausência de recursos para encaminhamento das demandas de menor infrator e agilidade de processos judicias, já que não há Defensoria Pública na cidade.

 

 “Devemos analisar aqueles que realmente devem estar presos e os que tem direito a soltura”, afirma o juiz. 

 

De acordo com o magistrado, os principais problemas judicias da região estão relacionados ao tráfico de drogas e à violência contra mulher.

OUÇA ENTREVISTA DO JUIZ

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