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Atualizado em 30/09/2019

Presidente do Peru fecha o Congresso

Presidente dissolveu Congresso, formado a maioria pela oposição, e convocou novas eleições

Presidente do Peru fecha o Congresso presidente do Peru, Martín Vizcarra ( Xinhua- Prensa Presidencial - Andina

As ameaças do presidente do Peru, Martín Vizcarra, de fechar o Congresso, controlado pela oposição, se concretizou na tarde desta segunda-feira (30). Vizcarra decidiu dissolver o Congresso unicameral do país em meio ao processo de escolha pelos parlamentares de seis dos sete integrantes do Tribunal Constitucional, a Suprema Corte do Peru. Ele convocou novas eleições legislativas.

 

O Congresso é composto por 130 parlamentares ( congressistas) e tem um mandato de cinco anos, mesmo tempo do mandato do presidente do país.  

 

"De acordo com a Constituição Política do Peru, decidi dissolver constitucionalmente o Congresso e convocar eleições para o Congresso da República; esse é um ato constitucional previsto no artigo 134 da Constituição", afirmou Vizcarra em mensagem televisionada em rede nacional.

 

“Estou dando uma solução democrática e constitucional ao impasse que enfrentamos há meses ao permitir que os cidadãos definam nas urnas o futuro do país”, completou o presidente. Vizcarra era o vice presidente que assumiu em março de 2018 com a renuncia do presidente Pedro Pablo Kuczynski o PPK, que enfrentava  processo de impeachment no Congresso.

 

Dominado pela oposição liderada pela direitista Força Popular, de Keiko Fujimori - candidata derrotada nas eleições de 2016, o presidente tenta impedir que o parlamento indique quase a totalidade do Tribunal Constitucional. Vizcarra alega negação ‘tácita’ de voto de confiança que lhe teria aberto caminho para fechar Parlamento.

 

Candidata derrotada nas eleições presidenciais de 2016 e filha do ex-presidente Alberto Fujimori, Keiko está presa e sob investigação por sua ligação com o escândalo de corrupção envolvendo a empreiteira brasileira Odebrecht.

 

O anúncio da dissolução do Congresso não impediu que o processo de escolha dos novos integrantes do Tribunal Constitucional seguisse. Foi aprovado por 87 votos o nome de Gonzalo Ortiz de Zevallos Olaechea, primo do presidente do Parlamento, Pedro Olaechea.

Com informações de O Globo.

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