Quinta, 04 de junho de 2020

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Atualizado em 20/09/2019

JOSÉ RICARDO # Em defesa dos trabalhadores e da saúde pública

JOSÉ RICARDO # Em defesa dos trabalhadores e da saúde pública José Ricardo, deputado federal pelo Amazonas

Queria me solidarizar com os trabalhadores da saúde, principalmente os que trabalham em empresas terceirizadas e que prestam serviço para o Estado. Empresas essas que não estão cumprindo contrato e nem as suas obrigações trabalhistas, e os funcionários estão há meses sem receber os salários e trabalhando em condições precárias. Isso tudo compromete o serviço público. É a terceirização implantada há vários anos e que não resolveu os problemas.

 

Pelo contrário, agravou mais ainda. Nós vimos no início do ano o Governo remanejando verbas de R$ 350 milhões do Fundo de Interiorização e Turismo (FTI) destinado ao pagamento de pendências de contratos de empresas terceirizadas. Mas parece que não foi resolvido.

 

Até hoje, não quitaram essas pendências, não resolveram o problema e agora estão anunciando que vão acabar com a terceirização em 30 ou 60 dias. Não sei como vão fazer. Mas o certo é que tem que valorizar o funcionário público de carreira, atendendo a população de forma qualificada e ser dado prioridade a saúde pública, que hoje está servindo a população de forma precária, principalmente, nos hospitais maiores da capital, que hoje estão com filas enormes para exames e cirurgias. Muito sofrimento e mortes de pessoas aguardando. Nossa cobrança é que o Governo do Amazonas dê prioridade a saúde pública!

 

*Opinião do deputado federal José Ricardo (PT/AM) sobre as manifestações dos trabalhadores terceirizados da saúde, na luta por seus direitos, e sobre um possível rompimento do Governo do Estado com as empresas terceirizadas.*

Sobe Catracas

RODRIGO FERNANDES, escritor paraense

Natural de Santarém, venceu concurso da Academia Paraense de Letras e Artes e obra dele ficou em 1º lugar na categoria 'Melhor Livro'

Desce Catracas

ALFREDO MENEZES, ex-superintendente da Suframa

Foi demitido após 1 ano e 3 meses à frente da autarquia, que enfrenta a por crise da história