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Atualizado em 12/09/2019

Em Santarém, Fecomércio-PA e SindiLojas firmam acordo com Banco da Amazônia

Acordo visa a liberação de crédito para os comerciantes de Santarém

Em Santarém, Fecomércio-PA e SindiLojas firmam acordo com Banco da Amazônia Presidente do Sindicato do Comércio Lojista de Santarém se reuniu com representantes da CNC.

DEAMAZÔNIA SANTARÉM, PA - O empresário Alberto Oliveira, presidente do Sindicato do Comércio Lojista de Santarém (SindiLojas/Santarém) participou na última segunda-feira (9), em Belém, da assinatura do Acordo de Cooperação Técnica firmado entre a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e o Banco da Amazônia.

 

Oliveira que também é um dos vice-presidentes da Fecomércio/PA informou que o processo, que visa ampliar a oferta de linhas de crédito, investimento e capital de giro para as empresas do comércio de bens, serviços e turismo, trará vantagens para o empreendedor paraense.

 

O acordo se estende ao conjunto das empresas representadas pelos sindicatos e Federações do Comércio com atuação nos estados da Amazônia Legal. O acordo poderá ter impacto positivo na capitação de recursos para a ampliação ou criação de novas empresas.

 

Segundo o presidente do Sistema Fecomércio Pará, Sebastião Campos, a análise de crédito feita pelo Banco da Amazônia deverá ser mais flexível. “Com esse acordo, queremos efetivamente que os empresários do comércio de bens, serviços e turismo tenham acesso facilitado e flexível às linhas de crédito ofertadas pelo Banco da Amazônia, através do Fundo Constitucional de Desenvolvimento do Norte (FNO)” – defendeu Sebastião Campos.

 

O presidente do Banco da Amazônia, Valdecir Tose, destacou que o acordo prevê a divulgação das linhas de crédito do FNO e a agilização do processo de análise feita pelo banco. “O Banco da Amazônia criará uma linha de crédito específica para o comércio, que será mais simples, mais rápida e que deverá atender as necessidades dos comerciantes paraenses e dos outros estados da região”.

 

Outro ponto importante do convênio é a aproximação das micro e pequenas empresas junto ao Banco da Amazônia. Segundo Valdeci Cavalcante, vice-presidente da CNC, as micro e pequenas empresas têm mais dificuldades para acesso aos bancos. “Às vezes as empresas não possuem uma contabilidade organizada, não possuem uma assessoria jurídica organizada. Nesse sentido, esse convênio pretende aproximar a classe empresarial, especialmente os médios e os pequenos empresários, do Banco da Amazônia, para que possam se organizar e buscar os empréstimos e financiamentos para rotatividade de seus negócios” – destacou o vice-presidente da CNC.

 

Para o vice-presidente financeiro da CNC, Leandro Domingos, o acordo também visa alavancar e retomar o nível de desenvolvimento econômico do País. De acordo com o dirigente, a crise econômica atingiu muitas empresas do comércio e esse acesso ao crédito possibilitará a retomada dos negócios. “Durante essa crise que o Brasil viveu, as empresas se descapitalizaram, perderam recursos e hoje estão sem condições de voltar a viver esse novo momento de crescimento econômico. Por isso acredito que esse momento é muito oportuno para negociação com os bancos e a firmação desses convênios, para garantir um fôlego maior para as empresas do segmento” – explicou o vice-presidente financeiro da CNC.

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