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Atualizado em 19/07/2019

Helder não quer reforma da Previdência paralela no Senado

Governador do Pará vai mandar preparar Reforma da Previdência estadual e encaminhar a ALE/PA

Helder não quer reforma da Previdência paralela no Senado Governador do Pará, Helder Barbalho

 

DEAMAZÔNIA BELÉM, PA - Os governadores do Pará, Helder Barbalho (MDB) e do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), respectivamente criticaram nesta quinta-feira (18/07) a apresentação de uma PEC ( Projeto de Emenda à Constituição) paralela, para reincluir estados e municípios na reforma da Previdência.

 

Os dois governadores participam esta semana em Washington de um curso voltado para lideranças políticas sobre gestão pública. A informação é da Folha de São Paulo. 

 

Incrédulos de que essa PEC paralela não irá ser aprovada, porque deputados e senadores vão evitar desgastes por causa das próximas eleições, Helder Barbalho e Eduardo Leite disseram que já preparam uma proposta com novas regras para servidores estaduais, a serem encaminhadas às assembleias legislativa no mês de agosto.

 

Os governadores já instruíram sua equipe a elaborar propostas com regras para servidores estaduais que devem ser enviadas às assembleias legislativas no meio de agosto, caso fique claro que os senadores não vão alterar o que chegou da Câmara na semana passada, diz a reportagem da Folha.

 

“Eu confesso que, na minha opinião, e é uma opinião que faço particularmente pelo meu estado, se for para o caminho de uma nova PEC, nós passamos a trabalhar com o cenário de encaminhar para a Assembleia Legislativa e não esperar mais. O deadline é a primeira quinzena de agosto para saber efetivamente o que vai acontecer, não dá para ficar nesse limbo”, afirmou o governador do Pará.

 

A nova proposta vai para a Câmara, mas sem comprometer a PEC da Reforma da Previdência, que seguiria sem mudanças no Senado. 

 

Ainda de acordo com a Folha, para os dois ‘governadores é muito difícil que um texto somente sobre estados e municípios seja aprovado à parte, já que a eleição municipal se aproxima –o tema é eleitoralmente impopular– e há outras agendas para os parlamentares tratarem daqui para frente’.

 

“Essa PEC paralela vai tratar apenas do ponto da divergência [incluir ou não estados e municípios na reforma]. É difícil vê-la prosperar se não houver fatos novos, uma vez que ela vai se deter apenas sobre o ponto que já foi divergência. Dificilmente terá agilidade. E mais, pode gerar até uma imobilização dos estados. Porque você fica na expectativa: vai ter? Não vai ter? Vai aprovar? Não vai? Faço algo ou não faço? A melhor resposta depois de um ‘sim’ é um ‘não’ rápido. Não dá para ficar empurrando”, disse Leite.

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