DeAmazônia

MENU
Atualizado em 15/06/2019

'Vamos seguir fazendo o que o governo não faz', afirma Marcelo Ramos

Presidente da Comissão de Reforma da Previdência afirmou que não deixará as falas do ministro Paulo Guedes “contaminarem” a reforma

'Vamos seguir fazendo o que o governo não faz', afirma Marcelo Ramos O presidente da comissão especial da Reforma da Previdência, deputado Marcelo Ramos (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

DEAMAZÔNIA BRASÍLIA - O presidente da Comissão de Reforma da Previdência, deputado federal Marcelo Ramos (PL-AM, antigo PR), divulgou nota nesta sexta-feira (14/6), onde afirma que parlamentares continuarão "fazendo o que o governo não faz" e prometeu seguir “blindando a reforma de mais essa crise gerada pelo governo”. 

 

Ramos se referiu à fala do ministro da Economia, Paulo Guedes, que afirmou, também nesta sexta (14), que os deputados da comissão podem "abortar a nova Previdência" se aprovarem o relatório do deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), que retirou trechos propostos pelo governo.

 

“Não nos deixaremos contaminar pela fala do ministro Paulo Guedes num momento bom da Reforma da Previdência. Sob liderança do nosso presidente Rodrigo Maia, seguiremos blindando a Reforma de mais essa crise gerada pelo governo [...] Vamos seguir fazendo o que o Governo não faz.”, diz trecho da nota de Marcelo Ramos.

 

O presidente da Comissão disse ainda, em nota, que “quem deve gostar da reforma são os ávidos por estabilidade fiscal, para voltar a investir”.

 

“... Os empresários preocupados com seus negócios nesse tempo de crise econômica, os trabalhadores preocupados com seus empregos, os desempregados na esperança de dias melhores. Se esses estão satisfeitos, estamos no caminho certo e vamos seguir firmes trabalhando pelo Brasil e pelos brasileiros.”, finalizou Ramos.

Sobe Catracas

VANESSA ALFAIA, cantora amazonense

Ganhou prêmio de Intérprete Revelação, no Festival de Toada de Parintins 2019, com canção 'Tupinambarana'

Desce Catracas

HENRIQUE COSTA, prefeito de Juruti (PA)

Moradores cobram água potável e asfalto nas ruas e questionam investimentos de royaltes da Alcoa