DeAmazônia

MENU
Atualizado em 20/05/2019

Ato do dia 26 é surreal,critica presidente da Comissão da Previdência

Ofensiva de Bolsonaro para tentar ‘fechar’ Congresso e STF, remonta época da ditadura

Ato do dia 26 é surreal,critica presidente da Comissão da Previdência Deputado Federal Marcelo Ramos - (Arquivo/Marcelo Camargo/Agência Brasil)

COM INFORMAÇÕES DO BRASIL 247

O deputado federal Marcelo Ramos (PR-AM), presidente da Comissão Especial da reforma da Previdência na Câmara, afirmou, nesta segunda-feira (20), que o ato marcado para o próximo domingo (26) é "surreal", por investir contra o Congresso Nacional e contra o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Seu relato foi publicado na coluna BR18.

 

De acordo com o parlamentar, deputados do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, atacam a tramitação da medida sem nem saber o que se passa na comissão. "Os partidos de centro não são responsáveis pela falta de articulação do governo", afirmou.

 

Segundo informou a jornalista Daniela Lima no jornal Folha de S.Paulo, o texto distribuído pelo chefe do Planalto a grupos de WhatSapp sugerindo renúncia ou tentativa de golpe de Estado foi interpretado como uma tentativa de incendiar convocatória que circula nas redes bolsonaristas para ato em defesa dele, contra o Congresso e o Supremo, dia 26.

 

Em um áudio, um caminhoneiro diz ter se dado conta de que "a parte podre do Congresso —Câmara e Senado—, mais o STF com o apoio da Rede Globo, estão se unindo para tentar derrubar o capitão". "E a gente não vai deixar", ele conclui.

 

"O povo vai se levantar em favor do presidente para dar a ele salvo-conduto para fazer o que for necessário. (...) Nem que seja para fechar esse Congresso maldito e interditar esse STF", diz o caminhoneiro. 

Sobe Catracas

WILSON LIMA, governador do Amazonas

Anunciou que deixará a estrutura da saúde do Festival, pela primeira vez, para ficar em Parintins 

Desce Catracas

JARDEL VASCONCELOS, prefeito de Monte Alegre (PA)

Em nova ação, Justiça condenou ele a perda dos direitos políticos por três anos por suposta fraude em verba federal