Terça, 14 de julho de 2020

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Atualizado em 22/04/2019

Governo do AM recebe sindicatos para negociar fim da greve nesta terça (23)

Reunião será com o governador em exercício, Carlos Almeida Filho; Hoje (22) os professores voltaram a fazer manifestação que saiu da Ponte Rio Negro até a sede do governo

Governo do AM recebe sindicatos para negociar fim da greve nesta terça (23) Hoje (22) os professores voltaram a fazer uma grande manifestação que saiu da Ponte Rio Negro até a sede do governo (Foto: Euzivaldo Queiroz/Sinteam)

DEAMAZÔNIA MANAUS, AM - O Governo do Amazonas receberá, nesta terça-feira (23/04), representantes do conjunto de movimentos sindicais de professores da rede estadual de ensino, em continuidade às negociações da data-base da categoria.

 

A reunião será com o governador em exercício, Carlos Almeida Filho (PRTB), que receberá, pela primeira vez em uma única reunião, representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam), do Sindicato dos Professores e Pedagogos das Escolas Públicas do Ensino Básico de Manaus (Asprom-Sindical) e do comando de greve da categoria.

 

Nesta segunda-feira (22/04), os representantes do Sinteam, Asprom Sindical e do comando de greve conversaram com o secretário de Estado da Educação, Luiz Castro, que reforçou o interesse do Governo do Amazonas em fortalecer o diálogo com a categoria.

 

Hoje (22) os professores voltaram a fazer uma grande manifestação que saiu da Ponte Rio Negro até a sede do governo, reivindicando os 15% de reajuste salarial, além de outros benefícios. Governo quer dar 3,9%. 

 

O secretário executivo da Capital da Seduc, Bibiano Filho, também participou da reunião, onde mais uma vez foi assegurado aos representantes dos movimentos sindicais que as propostas apresentadas estão em análise pelo Governo do Amazonas, que já garantiu a correção, em 3,93%, da data-base aos servidores da área da educação.


 
Luiz Castro entregou aos representantes do movimento documentos produzidos pela Secretaria de Estado de Fazenda do Amazonas (Sefaz-AM) em que o Estado expõe as razões pelas quais está impedido de conceder reajuste acima da inflação neste ano. Ao ultrapassar o limite de gastos com pessoal, a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) impede que o Governo conceda ganho real à categoria.

 

Segundo o secretário da Seduc, as demais demandas apresentadas pelo movimento já estão em estudo para execução em curto, médio e longo prazos, a exemplo da ampliação do auxílio-alimentação, auxílio-localidade, vale-transporte para professores de 40 horas e o cumprimento do enquadramento vertical e horizontal no plano de carreiras da categoria.



“Foi muito importante esse dia de articulação para buscarmos o equilíbrio no diálogo com todos os movimentos da categoria”, disse Luiz Castro, ao destacar que há um avanço nessa unidade de diálogo.

 

 

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