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Atualizado em 17/04/2019

Após desentendimento com Ibama, índios cobram pedágio na Transamazônica

Indíos Tenharim cobram pedágio no trecho da BR-230 que liga Apuí-Manicoré-Humaitá

Após desentendimento com Ibama, índios cobram pedágio na Transamazônica Índios Tenharim estão cobrando, novamente, pedágios de veículos na rodovia (Foto: Reprodução/RondoniaAoVivo)

DEAMAZÔNIA HUMAITÁ, AM - Índios da etnia Tenharim estão cobrando, novamente, pedágios de veículos na rodovia BR-230 Transamazônica, no km 180, próximo ao município de Humaitá (a 600 quilômetros de Manaus). A denúncia foi feita nesta terça-feira (16/4) por caminhoneiros da região.

 

O motivo seria um desentendimento com o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), depois que o órgão proibiu que membros da etnia negociassem com empresários a exploração de madeira  em terras da reserva Tenharim.

 

De acordo com os motoristas, que trafegam nos destinos Apuí-Manicoré-Humaitá, os indígenas já montaram até uma tabela de preços de tarifa por automóveis. É cobrado o valor de R$ 65,00 de caminhões e R$ 30,00 de carros de passeio.

 

recibo indio

 

A prática já é recorrente. Em 2013, indígenas da mesma etnia, chegaram a cobrar R$ 100 reais de pedágio de veículos. Na época, houve conflito entre índios e motoristas.

 

A nova exigência dos Tenharim causa temor na população pela possibilidade de novos desentendimentos.

 

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que ainda não recebeu denúncia sobre o pedágio.

 

PONTE RIO MADEIRA 

Desde o último dia 26 de março os moradores das localidades próximas à ponte da BR-230, sobre o Rio Madeira, estavam fazendo a travessia do trecho via balsa, devido o desabamento da ponte.

 

Após requerimento do presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM), Josué Neto (PSD), o Departamento Nacional de Infraestrutura (DNIT), concluiu em conjunto com o Exército Brasileiro, a instalação de uma ponte provisória. A ponte foi liberada para tráfego no último sábado (13/4).

 

Razão pela qual o presidente da ALEAM solicitou de forma urgência a construção de uma nova ponte e a instalação da ponte provisória foi por que os municípios poderiam ficar desabastecido de alimentos.

 

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