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Atualizado em 13/04/2019

Secretário da Seduc/AM fala sobre greve dos professores: 'É injusta'

"Em 100 dias de governo é único Estado do Brasil que deu 15,31% de avanço salarial", afirma Castro; #VÍDEO

Secretário da Seduc/AM fala sobre greve dos professores: 'É injusta' Secretário de Educação do Amazonas, Luiz Castro, falou sobre a greve dos professores, que deve ser deflagrada nesta segunda (15)

DEAMAZÔNIA MANAUS, AM - O secretário de Educação do Amazonas, Luiz Castro, disse que a greve deflagrada pelo Sindicato dos Professores do Estado é injusta. Segundo Castro, o Amazonas é o primeiro Estado da Federação a dar um ganho real de 15,31% a categoria, em apenas 100 dias de governo. A greve foi deflagrada para iniciar na capital Manaus e no interior do Estado nesta segunda-feira (15/04).

“É o único Estado do Brasil que iniciou janeiro com reajuste de 9,38%. O Estado que deu a maior reposição salarial até hoje, depois do Amazonas, foi o Estado do Maranhão com 6%. O Amazonas alcança 15,31% de ganho real”, afirmou o secretário de Educação.

Luiz Castro espera que a maioria dos professores compreenda que não se pode exigir do Estado algo que contrarie a Lei de Responsabilidade Fiscal.

 

“Acredito que a maioria absoluta dos professores, ao longo dos próximos dias, vai compreender que não se pode exigir do governador, nem do secretário da Fazenda, nem da Seduc, algo que contrarie a lei. Quando todos os professores começarem a perceber, porque grande parte já percebeu, que não há neste único ponto como avançar, mas tem mas outra pauta muito grande, inclusive, com ganhos reais de avançar a greve não vai ter razão de ser”, afirmou Castro.

 

O secretário falou ainda que a União dos Estudantes Secundaristas se posicionou contra a paralisação dos professores e pediu que a categoria faça uma reflexão sobre iniciar uma greve neste momento. “É preciso ter tolerância, não ser intransigente [...] “É uma injustiça prosseguir com uma greve que não tem consistência”, ressaltou.


Os professores reivindicam 15% de reajuste salarial e o governo propôs 3,9%. O governador Wilson Lima (PSC) justificou que o aumento não pode ser maior porque há um impedimento na Lei de Responsabilidade Fiscal.

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