Quarta, 03 de junho de 2020

DeAmazônia

MENU
Atualizado em 03/04/2019

Exposição reúne obras de artistas amazonenses no Centro de Artes da UFAM

Caua recebe a exposição ‘Abstrato: formas e cores’ até 30 de abril, com entrada gratuita

Exposição reúne obras de artistas amazonenses no Centro de Artes da UFAM Centro de Artes da Universidade Federal do Amazonas (Caua). Foto: divulgação

DEAMAZÔNIA MANAUS, AM - Está em cartaz, no Centro de Artes da Universidade Federal do Amazonas (Caua), a exposição ‘Abstrato: formas e cores’, que reúne importantes artistas visuais da atualidade amazonense. A exposição se estende ate 30 de abril, com entrada gratuita. O Caua está localizado na Rua Monsenhor Coutinho, 724, Centro, com horários para visitação, das 8 às 12h e das 14 às 16h30, de segunda a sexta-feira.

 

 

 

Composta por 14 telas da Coleção de Artes Visuais do Centro de Artes, a exposição é uma mostra de obras de artistas amazonenses, como Bernadete Andrade, Homero Amazonas, Eli Barcelar, Turenko Beça, Eduelson, dentre outros.

 

O conjunto de pinturas tem relação com a arte abstrata lírica ou geométrica.  Nestas obras, ideias e sentimentos dos artistas são expressos por meio de manchas, linhas e cores que permitem ao visitante diferentes sentimentos e interpretações.

 

Recentemente organizada e documentada, a exposição ‘Abstrato: Cores e Formas’ é mais uma oportunidade de divulgar e ressaltar a importância da Coleção de Artes Visuais do Caua, para a compreensão da produção artística amazonense. Vale ressaltar que a coleção já está em condições e disponível para estudantes, pesquisadores e público em geral realizarem suas investigações.

 

A exposição tem a curadoria de Regina Vasconcelos e Priscila Pinto. 

Sobe Catracas

RODRIGO FERNANDES, escritor paraense

Natural de Santarém, venceu concurso da Academia Paraense de Letras e Artes e obra dele ficou em 1º lugar na categoria 'Melhor Livro'

Desce Catracas

ANTÔNIO PEIXOTO, prefeito de Itacoatiara

Deputado denunciou na Aleam que médicos, que atuam na pandemia, estão há três meses sem receber salários