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Atualizado em 25/03/2019

LEÃO AZULAY #O mundo no bolso

LEÃO AZULAY #O mundo no bolso

Morreu recentemente nos Estados Unidos, mais precisamente em Dallas, no Texas, um pacato engenheiro de 86 anos de idade. Pouca gente noticiou a morte de Jerry Merrylman. Até os obituários americanos foram raros. Vítima de uma complicação pós cirurgia. Não houve manchete de jornal e a bolsa não caiu.

 

Em 1962, ele inventou a calculadora de bolso. Uma empresa o consultou, queriam uma calculadora que se levasse no bolso, como um maço de cigarros. As que existiam eram imensas e pesadas. Trabalhosa. Ele passou três noites e desenhou os circuitos fundamentais. Cinco anos mais tarde, as calculadoras de bolso estavam à venda no mercado. Um sucesso. Somavam, diminuíram, multiplicavam e dividiam. Foi se o lápis atrás da orelha. Foi um sucesso. Todo mundo tem ou teve uma.

 

Mas na prática ela só aposentou o lápis atrás da orelha. Até que nos anos 70, um outro americano inventa também um telefone que se pudesse levar no bolso. Chamava-se Martim Cooper.  Nasce o celular. Mas também limitado. Quem iria passar o dia todo telefonando? 

 

Mas foi aí que alguém fez o celular servir de câmera, banca de jornal, arquivo, biblioteca, termômetro, cronômetro, barômetro, periscópio, radar, bussola, antena e até calculadora.  O IPhone que temos hoje.  Um computador de bolso. Tudo, graças ao pacato engenheiro que faleceu recentemente e que aqui no Brasil nem se falou nisso.

*Leão Azulay  é publicitário

 

Sobe Catracas

CAROL ALVES, fisiculturista

Atleta amazonense conquistou 4º lugar no Campeonato Internacional de Fisiculturismo Toronto Pro Show, no Canadá

Desce Catracas

NIVALDO AQUINO, presidente da Câmara de Óbidos (PA)

Ele e outro vereador foram denunciados no MPPA por serem os mandantes de perfuração de poços clandestinos, sem licença ambiental