Quinta, 28 de maio de 2020

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Atualizado em 26/02/2019

Ministro da Educação diz que errou: ‘tirei a frase da campanha e da filmagem’

MEC vai encaminhar ainda hoje( 26) nova carta aos diretores de escolas, com novas diretrizes

Ministro da Educação diz que errou: ‘tirei a frase da campanha e da filmagem’ Ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

DEAMAZÔNIA BRASÍLIA - Ricardo Vélez Rodríguez, o ministro da Educação do governo Bolsonaro, que enviou carta às escolas para que filmassem as crianças cantando o Hino Nacional sem a autorização dos pais, assumiu nesta terça-feira, 26, que errou ao determinar a medida.

 

A declaração dele foi feita nesta terça-feira (26/02), no Senado, onde ele participava de uma sessão na comissão de Educação para apresentar aos senadores diretrizes e os programas prioritários da Educação.

 

A carta do ministro Vélez encerrava com as frases "Brasil acima de tudo" e "Deus acima de todos", que foram o slogan da campanha do presidente Jair Bolsonaro nas  eleições.

 

"Eu percebi o erro, tirei essa frase [da campanha eleitoral], tirei a parte correspondente a filmar crianças sem a autorização dos pais. Evidentemente, se alguma coisa for publicada, será dentro da lei, com autorização dos pais", afirmou.

 

Sabatinado pelos senadores sobre a retirada do slogan de campanha da carta o ministro respondeu: "Saiu hoje de circulação".

 

IMPROBIDADE

Especialistas em direito administrativo alertaram que a prática do Governo Federal poderia caracterizar improbidade administrativa, uma vez que, repetir o slogan de Bolsonaro “Brasil acima de tudo. Deus acima de todos”, se trata de promoção pessoal.

 

NOVA CARTA

O Ministério da Educação (MEC) informou na manhã de hoje (26) que será enviada uma mensagem às escolas com uma nova carta do ministro Ricardo Vélez, sem o slogan da campanha presidencial. 

Sobe Catracas

PAULO BARRUDADA, empresário

Fez parceria com a Hemopa, oferecendo diárias grátis em hotel, a doadores de sangue de Santarém, visando incentivar aumento de bolsas

Desce Catracas

BETO D'ÂNGELO, prefeito de Manacapuru

Afrouxou em medidas restritivas e não decretou lockdown, mesmo cidade tendo mais de 2 mil casos de covid-19 e 84 mortes.