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Atualizado em 11/11/2017

Governo define áreas do setor primário com prioridade de financiamento

Em 2018, apoio do Governo do Amazonas para cadeias produtivas será definido por sub-regiões

Governo define áreas do setor primário com prioridade de financiamento Estratégias foram traçadas no 17º Encontro Técnico dos Agentes do Fundo de Apoio às Micro e Pequenas Empresas e ao Desenvolvimento Social do Estado do AM. Foto: Clóvis Miranda/Secom

MANAUS - O setor primário será prioritário na política de financiamento do Governo do Amazonas, com o apoio de cadeias produtivas definido por sub-região em 2018. Assim, o Governo espera atender potencialidades do agronegócio em todo o território amazonense. As estratégias foram traçadas no 17º Encontro Técnico dos Agentes do Fundo de Apoio às Micro e Pequenas Empresas e ao Desenvolvimento Social do Estado do Amazonas (FMPES), que financia a política de crédito desenvolvida pela Agência de Fomento do Estado do Amazonas S.A. (Afeam).

 

Após dois dias de debates na sede da Afeam com os órgãos do Sistema Sepror (Secretaria de Produção Rural), como a Agência de Desenvolvimento Sustentável (ADS), Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (Idam) e o Sebrae, chegou-se ao consenso de focar o crédito rural em cadeias produtivas, mapeadas em oito sub-regiões do Estado. Dos R$ 40 milhões de orçamento da Agência de Fomento para o setor, R$ 20 milhões serão para essa finalidade.

 

Sub-regiões

Durante a reunião, foram definidas as àreas de produção prioritárias em cada região do estado. Na sub-região do Alto Solimões, prioridade para as cadeias produtivas da castanha, fruticultura e manejo de pirarucu. A sub-região do triângulo Jutaí/Solimões/Juruá vai ter esforços direcionados à mandioca, manejo do pirarucu, pesca e castanha. No Purus, serão prioritárias a produção de castanha, pecuária de corte e de leite e fruticultura. No Juruá, fomento à fruticultura, mandioca e pecuária. Na sub-região do Madeira, castanha, pecuária de leite e de corte, piscicultura e fruticultura.

 

No Alto Rio Negro, vão ocorrer maiores esforços junto aos produtores que desenvolvem as culturas da mandioca, castanha, fibras e cipós. Na sub-região do Rio Negro/Solimões, fruticultura, castanha, piscicultura, hortifrutigranjeiros, hidroponia, bubalinocultura e pecuária de corte e de leite. Na sub-região do Médio Amazonas, as prioridades serão a pecuária de corte e de leite, avicultura, fruticultura, culturas industriais (guaraná e cacau) e piscicultura.

 

Critério

O presidente da Afeam, Alex Del Giglio, explica que a lógica que norteou a definição das estratégias é investir no fomento de atividades com maiores potenciais e que podem ter a cadeia produtiva fechada, atendendo o produtor rural, passando pelas atividades de processamento e comercialização. “A ideia é investir em atividades que já demonstram potencial, pois buscamos o desenvolvimento sustentável, ainda que não deixemos de oferecer o microcrédito ao produtor”, explica.

 

A valorização das cadeias produtivas, na avaliação do secretário executivo da Sepror, Airton Schneider, com orçamento por sub-região do Estado vai potencializar a aplicação de recursos, com amplos resultados na geração de emprego e renda além do curto prazo. “O orçamento aumentou para o setor primário, que tanto necessita, e aplicá-lo da melhor forma também é um grande desafio”, afirma.

 

Outros investimentos

Além dos R$ 20 milhões que a Agência de Fomento destinará aos projetos estruturantes, onde se enquadram as cadeias produtivas, outros R$ 15 milhões serão exclusivos para financiar o produtor individualmente. O orçamento total para o crédito rural se completa com mais R$ 5 milhões, voltados ao estímulo de negócios nas feiras e exposições agropecuárias.

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