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Atualizado em 12/08/2017

PT fica neutro e proíbe militância de apoiar Amazonino ou Braga

Decisão do PT foi unanime

PT fica neutro e proíbe militância de apoiar Amazonino ou Braga José Ricardo foi o segundo candidato o governo mais votado em Manaus

DEAMAZÔNIA MANAUS, AM – O Partido dos Trabalhadores não fechou questão e a legenda e o deputado José Ricardo não vão apoiar Amazonino Mendes e nem Eduardo Braga, candidatos ao governo, neste segundo turno, na eleição suplementar do Amazonas. Por unanimidade, o partido proibiu também qualquer membro da legenda ( seja em nível estadual ou municipal) de pedir votos a algum dos candidatos. Em caso de infração, o militante poderá enfrentar um procedimento investigatório do Conselho de Ética e até ser expulso.

 

A decisão saiu neste sábado (12), após reunião do PT, realizada  no Sindicato do Petroleiros do Amazonas (Sindipetro), em Manaus.

 

Duas correntes divergiam sobre o apoio no segundo turno entre Braga e Amazonino. O deputado Sinésio Campos, o ex-vereador Waldemir José queriam levar o PT para Eduardo, mas uma corrente que queria José Ricardo pedindo voto para Amazonino era contra.

 

"Essa decisão só prova que o partido dos trabalhadores respeita democraticamente a decisão da maioria dos seus militantes e a vontade do seus 181.257 eleitores em todo o Amazonas. Isso também é reflexo da unidade do partido e seu fortalecimento, mesmo com tantas forças externas agindo para o enfraquecimento do Partido dos Trabalhadores, tanto no Brasil quanto no Amazonas", disse o deputado José Ricardo que disputou o governo, no primeiro turno.

 

Zé Ricardo está em céu de brigadeiro. Ele foi o segundo mais votado no segundo turno, em Manaus, deixando comendo poeira Braga e Rebecca. Ou seja, os 181 mil votos do companheiro vão estar “voando” NO segundo turno. Rebecca Garcia, Wilker Barreto e Luiz Castro também renegaram apoio as candidaturas.

 

Dias antes da reunião do PT, o ex deputado federal, Francisco Praciano, fez uma advertência ao Zé. Ele pediu que o deputado não cometesse o mesmo erro dele, quando fechou aliança em 2014, com o PMDB de Braga, para sair candidato ao senado. Ou seja, não pegasse "corda" do partido sobre apoio político.

 

OUTRO LADO

A assessoria do deputado Sinésio Campos e do ex-veeador Waldemir José negaram que eles quisessem levar o PT para coligar com Eduardo Braga. "Tanto Sinésio quanto Waldemir sempre defenderam candidatura própria do PT.  Se eles tivessem querendo levar o partido para Braga, não seria unanimiade", contestaram Sinésio e Waldemir. Na segunda reunião para discutir o segundo turno, o Partido decidiu por votos unanimes não fechar com ninguém.

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