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Atualizado em 12/08/2017

Constituinte chavista antecipa eleições regionais na Venezuela

O projeto recebeu o apoio de todos os membros da Casa. Caberá agora ao Conselho Nacional Eleitoral (CNE) definir a nova data

Constituinte chavista antecipa eleições regionais na Venezuela © Carlos Garcia Rawlins

A Assembleia Constituinte da Venezuela, formada integralmente por aliados do regime de Nicolás Maduro, aprovou neste sábado (12) a antecipação das eleições de governadores de 10 de dezembro para outubro.

 

O projeto recebeu o apoio de todos os membros da Casa. Caberá agora ao Conselho Nacional Eleitoral (CNE) definir a nova data. O pleito, inicialmente previsto para dezembro do ano passado, foi adiado duas vezes pelo órgão eleitoral.

 

Na votação, o constituinte Francisco Ameliach disse que era necessário proteger a paz no país. "O que queremos é pôr as eleições em dia. As eleições para governador em outubro, e as de prefeito no início de 2018."

 

O ex-governador, que está na lista de sanções dos EUA, culpou a oposição por impedir a votação devido ao processo do referendo para revogar o mandato de Maduro e "à violência promovida por setores da direita".

 

A consulta foi a causa alegada pelo CNE para adiar a eleição pela primeira vez, em outubro, porque não teria verba para os dois pleitos. A decisão se manteve mesmo depois que a Justiça impediu o referendo, no mesmo mês.

 

O órgão eleitoral reiteraria a posição em fevereiro, desta vez alegando que precisaria fazer uma revalidação dos partidos políticos. A oposição viu os adiamentos como uma ação do regime para não perder a votação.

 

As quatro reitoras chavistas do CNE foram ratificadas na sexta-feira (11) pela Constituinte. Os membros da Casa se reuniram com o único opositor, Luis Emilio Rondón, mas ainda não houve decisão sobre seu destino.

 

A realização de eleições é uma das principais reivindicações dos adversários de Maduro. Embora tenham se inscrito para participar, eles consideram que o órgão eleitoral ajustará as regras para beneficiar os chavistas.

 

A estratégia da coalizão opositora Mesa de Unidade Democrática (MUD) é usar as candidaturas para forçar o regime a voltar a adiar ou cancelar a votação devido à baixa probabilidade de vitória chavista na maioria dos Estados.

 

A intenção é fazer campanha eleitoral ao mesmo tempo que os protestos pela saída de Maduro. A oposição voltou às ruas neste sábado, em repúdio à prisão de nove prefeitos por não impedirem barricadas em manifestações.

 

O vice-presidente da Assembleia Nacional, Freddy Guevara, disse que a MUD fará assembleias para saber a reação da população às suas decisões, em resposta ao esvaziamento dos atos desde a eleição da Constituinte.

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