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Atualizado em 17/07/2017

Eduardo detalha plano de governo para moradores da zona Leste

Os planos voltados à educação foram ouvidos por moradores da Zona Leste, preocupados com a precariedade das escolas e com a falta de segurança dos alunos.

Eduardo detalha plano de governo para moradores da zona Leste Eduardo Braga ressaltou que não basta ouvir e dizer como a situação está caótica.

DEAMAZÔNIA MANAUS, AM - O plano emergencial para tirar o Amazonas da crise foi detalhado na noite de sábado (15/07) pelo candidato Eduardo Braga, da coligação “União pelo Amazonas” aos moradores e lideranças do bairro João Paulo II, na zona leste de Manaus.

 

Os problemas verificados hoje no estado, nas áreas da saúde, educação, segurança, emprego e renda, foram mencionados por Eduardo. Ele pediu apoio e a confiança dos eleitores de que em 120 dias irá zerar as filas para atendimento médico e reaparelhar hospitais na capital e interior.

 

Vindo de três dias de viagem por 14 municípios amazonenses, Eduardo Braga ressaltou que não basta ouvir e dizer como a situação está caótica. “Eu queria ver com meus olhos e sentir com o meu coração”, frisou, enumerando os problemas que encontrou. “Escolas e hospitais, a maioria construída por mim, encontram-se praticamente abandonados. Dói ver uma unidade de saúde sem esparadrapo, Dipirona, seringas, raios-x.”

 

O drama não é diferente na capital, de acordo com o candidato. “O hospital Platão Araújo, construído por mim, está bom?, perguntou aos moradores que o assistiam e que precisam da unidade criada especificamente para atender a população da Zona Leste.

 

“Não dá para entender como falta dinheiro para investir na saúde e não falta dinheiro para fazer campanha política”, disse, lembrando que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) comprovaram que as eleições de 2014 foram fraudadas. “Roubaram três anos do povo amazonense. Mas nós vamos recuperar esse tempo perdido e tirar o Amazonas da UTI.”

 

Os planos voltados à educação foram ouvidos por moradores da Zona Leste, preocupados com a precariedade das escolas e com a falta de segurança dos alunos. O candidato garantiu que irá reativar o projeto Jovem Cidadão, criado em sua gestão e desativado após sua gestão.

 

De acordo com ele, os jovens voltarão a ter ocupação de manhã e à tarde como era antes. “Estudavam em um horário e, no contraturno, tinham atividades esportivas, culturais e cursos técnicos”, reforçou Eduardo, destacando que também criou as primeiras escolas de tempo integral, onde os alunos estudam, em média, nove horas.

 

“Os jovens precisam ser preparados para entrar em uma universidade pública”, disse Eduardo, completando que não deixará que a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) seja fechada. “Foram desviados muitos milhões. Eu não criei a UEA, mas ajudei a aparelhar. Não adianta criar os cursos e não montar laboratórios. Quando entrei eram 1.800 alunos. E saí do governo deixando 20 mil universitários estudando.”

 

A dona de casa Valéria Colares, 30, era uma das moradoras do João Paulo II que estava atenta ao discurso do candidato. Grávida de sete meses de seu quarto filho, ela disse temer pela falta de segurança na localidade. Eduardo afirmou seu compromisso de resguardar a vida da população.

 

De acordo com ele, dispensaram milhares de vigilantes que atuavam em unidades de ensino da capital e do interior e contrataram uma empresa para fazer o monitoramento das escolas, pagando uma verdadeira fortuna. “Diminuíram a proteção de nossos filhos e facilitaram a entrada de drogas. Governar é cuidar das pessoas como se cuida da própria família.” 

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